16 de Junho de 2021 | Coimbra
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UF de S. Martinho Bispo e Ribeira de Frades em crescimento constante

28 de Maio 2021

A requalificação do recinto da Feira dos 7 e dos 23, a construção de uma Biblioteca Anexa Municipal em S. Martinho do Bispo, a criação de uma zona de lazer contemplando áreas relvadas e piscina exterior e a melhoria de algumas vias e passeios, de forma a acautelar a segurança e bem estar da população, são quatro das obras que o Executivo da União de Freguesias (UF) de S. Martinho do Bispo e Ribeira de Frades considera prioritárias. Para o presidente Jorge Veloso estes são alguns dos projetos mais importantes neste momento, estando todos já bem encaminhados, de forma a que possam ser uma realidade no próximo mandato. Apesar de anunciar a decisão definitiva apenas em junho, o autarca admite que se está a preparar para enfrentar mais quatro anos no comando desta UF, um território que tão bem conhece e ao qual se tem dedicado nas últimas perto de três décadas.

Numa Freguesia com a dimensão da UF de S. Martinho do Bispo e Ribeira de Frades o trabalho nunca está acabado. O presidente, Jorge Veloso, congratula-se por “cerca de 90 por cento” das obras programadas estarem já executadas. Mas, para além de todo o trabalho feito, há sempre muito por fazer, em todas as áreas, desde os pequenos arranjos e limpezas de vias à construção de várias infraestruturas e equipamentos determinantes para garantir a qualidade de vida das populações.

A requalificação do recinto da Feira dos 7 e dos 23, a construção de uma Biblioteca Anexa Municipal em S. Martinho do Bispo, a criação de uma zona de lazer contemplando relvados e piscina exterior e a melhoria de estradas e passeios em toda a UF são quatro das obras que Jorge Veloso destaca como prioritárias, estando já todas “bem encaminhadas”.

A primeira está já em concurso público, sendo uma obra da responsabilidade do Município de Coimbra. O projeto agrada ao Executivo, uma vez que vai deixar a área da feira, que atrai a Bencanta pessoas de toda a região, com ótimas condições tanto para feirantes como para visitantes. Contempla estacionamento, bares, restauração, melhoria de pavimentos, novas instalações sanitárias, melhoria da iluminação e a plantação de mais de uma centena de árvores naquele espaço que será vedado.

Jorge Veloso recorda que a melhoria deste espaço era uma “ambição” antiga da Junta, que “começou por requalificar aquilo que estava dentro das suas possibilidades”. Contudo, “um projeto daquela dimensão, que vai custar cerca de 500 mil euros, implicava o orçamento de um mandato em termos de obras”, só sendo possível com o apoio da autarquia.

O mesmo sucede, aliás, com as restantes obras que considera prioritárias. Apesar de já ter requalificado muitas vias e passeios por toda a Freguesia e de muitos outros aguardarem por semelhante intervenção, Jorge Veloso destaca, pela sua urgência, a intervenção “em todos os passeios da Avenida Jorge Lemos até à 5 de Outubro, que são ainda em betuminoso”. O autarca adianta que a obra “está a avançar” mas entende que “é mesmo muito premente” que se concretize rapidamente, já que “circulam por ali centenas ou milhares de pessoas diariamente” para os vários serviços existentes na zona – CTT, banco, farmácia, pastelarias e também em direção à Bluepharma e ao Hospital dos Covões. Defende que esta intervenção deve incluir também a requalificação do Largo do Cruzeiro, bem como a pavimentação das estradas que, fruto da forte utilização, precisam de novo piso, desde a Igreja Matriz até à Rua 5 de outubro.

“Já requalificámos cerca de metade da Avenida Jorge Lemos mas falta o resto. Pedimos à Câmara que nos fizesse esta obra porque entendemos que não podíamos estar a gastar ali todo o dinheiro que nos era necessário para aplicar também noutros lados”, realça. Acredita que este projeto “avançará rapidamente, uma vez que os técnicos têm visitado o local e já há orçamento para o concretizar”.

Outra das ambições de Jorge Veloso é ter em S. Martinho do Bispo uma Biblioteca Anexa Municipal. Em Ribeira de Frades este equipamento já existe há muitos anos e funciona muito bem. No caso de S. Martinho do Bispo, o Executivo está a “acertar pormenores” com a vereadora da Cultura, Carina Gomes, mas, segundo o autarca, já “há terreno para esse fim, o protocolo já existe e só falta assinar”. O terreno situa-se ao lado da Igreja Paroquial, um edifício que já serviu para sede dos Escuteiros e que vai ser remodelado. “Gostaríamos e ter o projeto concluído e aprovado até ao final do mandato, para depois ser lançado a concurso”, remata.

Largo do Chafariz dignifica Freguesia

Largo do Chafariz

O presidente da UF lembra, contudo, que há muito trabalho feito e destaca a requalificação do Largo do Chafariz, em S. Martinho do Bispo, como uma das obras mais marcantes deste mandato. Inaugurado no Dia da Cidade de Coimbra, a 4 de julho de 2020, depois de uma profunda intervenção, está à disposição da comunidade, reunindo atrativos para todas as idades, como equipamentos de diversão para as crianças, um parque geriátrico para os seniores e um amplo espaço relvado, com pontos de água, bancos e mesas, à disposição de toda a população. Este importante espaço de lazer e convívio era também há muito ambicionado, tendo sido alvo de intervenções pontuais por parte da Junta de Freguesia, mas que se apresenta agora com “condições únicas para ser usufruído por todos”.

Jorge Veloso destaca também o forte investimento realizado noutros equipamentos direcionados para a infância e para os seniores, nomeadamente com a construção de parques infantis e geriátricos.

“Desde 2013, construímos os parques infantis do Chafariz e dos Alqueves, ambos com muita qualidade, e construímos cinco parques geriátricos – S. Bento, Cananés, Chafariz, Fonte dos Carvalhos, nas Casas Novas e Alqueves”, enumera. Para além destes, está também previsto nos Contratos Interadministrativos de 2021 a construção de um novo parque geriátrico e infantil público, em Espírito Santo das Touregas, uma obra que considera “uma necessidade”. Lembra que existe um parque infantil com alguns anos na escola básica, instalado pela Câmara Municipal e que ao final do dia está aberto à comunidade. No seu entender, este espaço deve ser requalificado e deve ser de uso exclusivo das crianças que frequentam a escola, até porque a população nem sempre respeita as condições de higiene, levando para lá os cães, jogando a bola, etc. Para responder à comunidade, a Junta pretende construir um parque infantil e geriátrico junto à Associação do Espírito Santo, num terreno que lhe foi doado.

Jorge Veloso diz que o investimento realizado a nível de parques infantis ultrapassa os 100 mil euros e lembra que, para além destes, já existiam parques infantis junto à Piscina e em S. Bento, em S. Martinho do Bispo, e em Santa Eufémia, Urbanização da Argus e também nos Castanheiros, em Ribeira de Frades, tendo este sido mudado para junto da Biblioteca, devido à a existência de um poste de alta tensão no local.

560 crianças frequentam escolas básicas da UF

As respostas para a infância merecem uma atenção especial do Executivo. De acordo com Jorge Veloso, são 560 as crianças que frequentam as escolas básicas da UF, um número que atenta a atração que a Freguesia tem junto dos casais jovens. É preciso acautelar, ainda, que este número não corresponde a todas as crianças, uma vez que há pais que optam por levar os filhos para as zonas onde trabalham.

O autarca considera que os jardins de infância públicos existentes são insuficientes para dar resposta às necessidades. “Temos um em Ribeira de Frades que está sempre cheio, depois temos um duplo (com duas salas que leva 50 crianças) em S. Bento e temos outro na Póvoa. Para S. Martinho do Bispo penso que não é suficiente, deveria haver um numa zona mais central, apesar de, devemos dizê-lo, estarmos bem servidos em termos do privado, com várias infraestruturas de grande qualidade”, realça.

Ainda nesta área da Educação, a Junta tem feito um forte investimento também nas famílias, premiando os alunos, de todos os níveis de ensino, que se evidenciam a cada ano letivo. Para além disso, no ano passado lançou bolsas de mérito para os estudantes do ensino superior da freguesia, para os apoiar no seu percurso académico. Jorge Veloso diz que esta medida é para continuar e considera que, seja qual for a equipa que estiver na Junta, a deve manter, premiando e incentivando as crianças e jovens e ajudando as famílias.

Com a pandemia, lançámos já por duas vezes o apoio ao estudo on-line, quer através de fotocópias ou impressões, quer através da aquisição de computadores, televisores e tablets para os mais carenciados

Qualidade de vida em primeiro lugar

Largo do Rossio

Jorge Veloso diz que há o cuidado de apostar sempre em áreas que assegurem a qualidade de vida e a segurança das pessoas. Ainda na questão das obras, destaca também as intervenções realizadas no apoio às instituições da Freguesia. Mostra-se também preocupado com o problema do escoamento das águas pluviais em S. Martinho do Bispo. “É uma Freguesia um pouco acidentada e todas as águas que vêm do Espírito Santo das Touregas e Cimo de Fala, para o lado Norte e também para o Sul, provocam estragos tremendos. Temos tentado, juntamente com a Águas de Coimbra (AC), melhorar e revolver o problema das águas pluviais que, por vezes, invadem as habitações e causam prejuízos muito grandes”, explica.

Neste momento, estão a atuar na Rua Joana Catarino, nas Casas Novas, junto ao Colégio St. Pauls School, primeiro com a intervenção das AC e depois a Junta assumirá a requalificação dos pavimentos. O presidente da UF diz que há mais zonas que precisam de uma intervenção semelhante, como a Rua E, na Urbanização das Flores, Rua das Granjeiras e em Pé de Cão, que “precisa urgentemente de ser requalificada”. Lembra que na Urbanização das Flores, que é “muito bonita, com vivendas de 300 e 400 mil euros, mas onde faltam infraestruturas básicas” para o escoamento das águas pluviais.

Esta questão da água traz prejuízos a nível das ruas, que ficam esburacadas, mas promove também o rápido crescimento de ervas nos passeios.

Essa área tem sido, aliás, outra das que tem levantado preocupações, com a Junta a ter que reforçar a equipa de profissionais e também os meios para conseguir realizar o trabalho de limpeza de ervas e mato em todo o território.

“Decidimos, desde 2013, não aplicar herbicidas porque são altamente prejudiciais para a saúde tanto das pessoas como dos animais. Claro que por vezes surgem-nos problemas, principalmente na primavera. Agora tenho a equipa reforçada, são 15 pessoas todos os dias na rua, de modo a que possamos muito rapidamente responder a toda a Freguesia, mas são 115 quilómetros de valetas e passeios. Quando chegamos ao fim já podemos recomeçar”, diz, esperando ter tudo “mais equilibrado durante o mês de junho”.

Área social sempre muito exigente

A área social continua a exigir também atenções redobradas. As situações de carência sempre existiram em qualquer freguesia mas é certo que a covid-19 veio agravar algumas e criar outras novas, com muitas famílias a sofrerem quebras nos rendimentos e a deixarem de conseguir fazer face aos compromissos financeiros assumidos.

Jorge Veloso assegura que tem sido feito “um trabalho notável” nesta UF, sempre em rede, envolvendo a Comissão Social de Freguesia, a Junta e as várias instituições sociais. Destaca o “trabalho extraordinário” da Conferência São Vicente de Paulo, de voluntários, que apoiam mensalmente as famílias com bens alimentares, um número que passou, no último ano, de 110 famílias para 180, mas sempre com a nossa colaboração.

O apoio alimentar é assegurado também por outras instituições mas há ainda outras áreas a que é preciso fazer face de imediato, como pagamento de faturas de luz, água, medicamentos, rendas de casa e até compra de alguns eletrodomésticos.

O Fundo Municipal de Emergência Social tem permitido responder a algumas dessas solicitações que vão surgindo, sendo frequente as pessoas dirigirem-se à Junta mas também às várias instituições. Por vezes, optam também por se deslocar à Câmara ou Segurança Social, tendo mais facilidade em expor as suas dificuldades fora do seu território.

As situações de pobreza são visíveis também nas localidades mais rurais, apesar de, nesses casos, ser mais evidente o espírito de vizinhança e família, com as pessoas a entreajudarem-se, dentro das suas possibilidades.

“Sabemos que não resolvemos todas as situações mas vamos procurando minimizá-las. Há outras entidades que também têm responsabilidades sobre isso e que também atuam. Nós estamos aqui para ajudar”, frisa.

Jorge Veloso sublinha que a sua equipa está “muito atenta” a todas estas situações e considera que, no geral, a UF está bem servida a todos os níveis, “não lhe faltando nada de essencial”.

Isso reflete-se também na procura a nível de habitação, com casais jovens, da Freguesia e de fora, a fixarem-se, procurando beneficiar das “condições excelentes que tanto S. Martinho como Ribeira de Frades têm para oferecer, com boas vias de acesso, bons equipamentos, boas respostas a nível da saúde e do ensino”.

De acordo com os últimos Censos, a população a UF rondava os 20 mil habitantes, número que deve ter crescido. “Temos os Censos a decorrer e penso que a população não terá baixado apesar dos muitos falecimentos. Estou a aguardar pelos resultados mas ainda faltavam confirmar mais de 400 alojamentos e já tínhamos perto de 16 mil habitantes”, realça, congratulando-se com “o incremento brutal verificado na construção”.

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Uma vida dedicada à causa pública

Jorge Veloso conta já com 28 anos como autarca. É, sem dúvida, um exemplo de dedicação à causa pública. Depois de cinco mandatos na presidência da Junta de Ribeira de Frades, assumiu, em 2013, a liderança da UF, estando agora a cumprir o seu segundo mandato.

Está, neste momento, a preparar-se para “enfrentar mais quatro anos”, naquele que será o seu último mandato, como obriga a lei. Apesar de ainda não confirmar que é candidato às eleições autárquicas de setembro/outubro e de anunciar tal confirmação para final de junho, Jorge Veloso deixa antever uma nova candidatura.

“Estou a equacionar. Apesar do meu nome ter sido ventilado está ainda dependente de algumas situações. Estamos a tratar para que possa haver uma candidatura forte do PS como tem sido e não virarei a cara a isso. Mas estamos ainda a tentar limar algumas arestas. A decisão definitiva será tomada até ao final de junho”, assegura.

Jorge Veloso soma já sete mandatos, portanto 28 anos de dedicação a estas duas freguesias. São praticamente três décadas da sua vida, um percurso longo que, como sublinha, exige “muita dedicação e amor ao que se faz”. Recorda que nos primeiros cinco mandatos recebeu “unicamente uma compensação para encargos”, mantendo a sua atividade profissional. Essa situação mudou com a reorganização administrativa, que levou à união das freguesias, em 2013, passando a ser “um cargo a tempo inteiro e remunerado”. Diz que também não poderia ser de outra forma, porque “as solicitações são muitas, o dia começa muito cedo e acaba, por vezes, muito tarde”.

“É preciso gostar muito do que se faz, ter um grande amor pela causa pública e preocupar-se muito em assegurar uma boa qualidade de vida às populações”, assegura. Essa exigência foi ainda mais evidente no último ano, com “a pandemia a abalroar tantas famílias e a exigir mais a presença da Junta e as suas respostas para colmatar as situações que foram surgindo”.

Lembra que os presidentes de Junta são sempre os que estão mais próximos dos cidadãos, que têm que “estar disponíveis 24 horas por dia” e que as Juntas têm que ser sempre “uma porta aberta”. “Quem não pensar assim não conseguirá executar a tarefa como deve. Ninguém é isento de erros mas tentamos sempre fazer o melhor possível pelos nossos cidadãos. A proximidade existe, somos a primeira porta onde as pessoas batem quando precisam e tem que continuar a ser assim”, assegura.

É também com essa preocupação que a UF disponibiliza vários serviços que vão ao encontro das necessidades da população, como o Posto de Correios em Ribeira de Frades e o Espaço do Cidadão em S. Martinho do Bispo, sendo este o único Espaço do Cidadão existente no concelho de Coimbra.

Sobre a união de freguesias, ocorrida em 2013, Jorge Veloso considera que não correu mal, apesar dessa avaliação ter que ser feita pela população. Recorda que Ribeira de Frades lutou contra a união, apesar da forte colaboração que havia já entre as duas freguesias, e diz que se a população desejar reverter essa fusão, que vai ser possível no final de 2022 início de 2023, não será ele, enquanto autarca, a “inviabilizar esse processo”, reafirmando que estará “sempre ao lado das pessoas e daquela que for a sua vontade”.

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Campo de férias para jovens e aniversário para breve

A pandemia levou ao cancelamento de várias realizações tradicionais nesta União de Freguesias (UF), como a Semana Cultural, as Tasquinhas, as comemorações do Dia da Criança e o passeio dos seniores. Há, contudo, outras que surgem, como o pioneiro Campo de Férias ao qual a UF dará todo o apoio logístico, numa parceria com o grupo de jovens Somos UM e com a Igreja.

Este campo de férias destina-se a 25 crianças e jovens da UF e visa a sua ocupação nas férias de verão, proporcionando-lhes um conjunto de atividades divertidas, como descida de rio, ida à praia, andar a cavalo, entre outras iniciativas ainda a preparar.

A UF vai celebrar também o Dia da Freguesia de S. Martinho do Bispo, 917 anos de história, a 27 de julho. As comemorações vão decorrer no Largo do Chafariz nos dias 24 e 25, num programa que conta com algumas atividades, como música e artesanato, e que vai convidar ao usufruto daquele belo espaço. O programa institucional contempla uma sessão na sede da Junta e ainda um concerto na Igreja Matriz que será anunciado oportunamente.

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Universitários – uma mais valia sub-aproveitada

A UF de S. Martinho do Bispo e Ribeira de Frades acolhe, todos os anos, cerca de 5.250 estudantes nos seus vários estabelecimentos de ensino superior. Representam uma grande “mais valia” para a Freguesia, em termos económicos, mas Jorge Veloso entende que a poderiam beneficiar mais caso estes estudantes contassem para a lista de recenseamentos enquanto ali se encontrassem a estudar.

Esta é, aliás, uma luta que tem travado há já alguns anos e que agora, enquanto presidente da ANAFRE, apresentou ao Governo, defendendo que todas as freguesias que tenham universidades ou institutos de ensino superior deviam beneficiar desta regalia, já que é aí que, pelo menos 10 meses por ano, durante cerca de quatro anos, vivem. “São essas freguesias que beneficiem com o dinamismo que trazem à economia local mas são também essas Juntas que pagam pelo desgaste que causam e que lhes asseguram as necessárias condições a uma vida de qualidade durante os seus estudos”, realça o autarca, lamentando que “ainda ninguém tivesse dado a devida atenção a este tema”.

Jorge Veloso frisa que estes estudantes “são muito bem vindos e acarinhados”, que a Junta colabora muito com eles mas entende que as Freguesias que, de algum modo, “estão envolvidas neste ambiente estudantil superior e politécnico deveriam contar com essa população para o seu Orçamento, o que, no caso da UF de S. Martinho do Bispo e Ribeira de Frades, equivaleria, “caso fossem contabilizados estes alunos, a um terço de 170 mil euros por ano”. Jorge Veloso diz que esta questão já foi apresentada, através da ANAFRE ao Governo e espera que possa ser analisada.

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Desporto e cultura – duas áreas muito acarinhadas

O desporto e a cultura são também áreas muito acarinhadas pela União de Freguesias (UF) de S. Martinho do Bispo e Ribeira de Frades.

No caso do desporto, o presidente, Jorge Veloso, frisa que é necessário “reconhecer a grande importância deste setor no desenvolvimento da nossa infância e juventude” e destaca o trabalho que é feito pelas muitas coletividades da UF.

“Desde o Vigor da Mocidade, ao Esperança Atlético Clube, à Associação Recreativa Casaense, ao Centro Social S. João, ao Rugby da Agrária, ao Núcleo de Karaté, ao Centro Hípico de Coimbra, ao Sporting Clube Ribeirense, qualquer destas entidades presta um serviço de qualidade na área de formação desportiva, além de competição salutar”, realça, acrescentando que a UF conta “com mais de 500 atletas inscritos na Associação de Futebol de Coimbra”.

“Com infraestruturas próprias, a UF colabora com todas elas, sendo de realçar a pavimentação dos acessos e parques de estacionamento do Vigor, Esperança e Casaense, colaboração com transporte principalmente para o Esperança e Casaense (Escola de Atletismo). É muito importante a qualidade e todos estes clubes têm relvados sintéticos, sendo o relvado da Agrária de relva natural”, sublinha, realçando que “outros apoios pontuais são atribuídos mediante a apresentação de projetos ou requalificação dos espaços”.

Na área da cultura, lembra “a existência de seis grupos folclóricos”, que vivem, neste momento, “com grandes dificuldades devido à pandemia, mas que sempre primaram pela qualidade com que realizavam as suas iniciativas (festivais de folclore, entre outros eventos)”, tendo contado sempre com o apoio da UF “para deslocações e outras iniciativas”.


  • Diretora: Zilda Monteiro

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