O Conselho Intermunicipal da Comunidade Intermunicipal (CIM) da Região de Coimbra está preocupado com os atrasos nos projetos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
“Todos os Municípios reportaram atrasos no PRR, que estão a colocar em risco o desenvolvimento da Região de Coimbra e a atrasar a concretização de projetos fundamentais para o futuro da região”, afirmou.
A CIM da Região de Coimbra refere que já alertou o Governo para esta situação e está a contribuir para encontrar soluções “que permitam acelerar o processo de aprovação e execução dos projetos”.
“Os atrasos no PRR são uma situação muito preocupante. Estamos a perder tempo e dinheiro e isso está a prejudicar o desenvolvimento da Região de Coimbra”, reafirmou Emílio Torrão, presidente da CIM da Região de Coimbra.
Durante o Conselho Intermunicipal, que decorreu na passada sexta-feira (20), na Figueira da Foz, foi apontado como exemplo o PRR das Acessibilidades 360º, “que se encontra à espera de resposta há quase um ano”.
Para a CIM da Região de Coimbra, o PRR só é uma “oportunidade única” para a região “se puder ser executado nos prazos estabelecidos e não sofrer os atrasos que se estão a verificar, colocando em risco esta oportunidade estrutural para a região”.
A direção da CIM promete que vai atuar junto do Governo, “de modo a acelerar o processo de aprovação e execução dos projetos do PRR”.
Integram a CIM Região de Coimbra os Municípios de Arganil, Cantanhede, Coimbra, Condeixa-a-Nova, Figueira da Foz, Góis, Lousã, Mira, Miranda do Corvo, Montemor-o-Velho, Oliveira do Hospital, Pampilhosa da Serra, Penacova, Penela, Soure, Tábua e Vila Nova de Poiares.