11 de Setembro de 2026 | Coimbra
PUBLICIDADE

Martinho

A DEGRADAÇÃO IRREVERSÍVEL DAS CIVILIZAÇÕES OCIDENTAIS

11 de Setembro 2026

A eurodeputada grega, Afroditi Latinopoulou, introduziu o seu discurso na CPAC Hungary 2025, em Budapeste, com uma frase lapidar que definiu, inquestionavelmente, ao que vinha. E fê-lo metodicamente, abordando os temas sobre imigração, identidade e preservação da cultura europeia, numa linguagem que, sendo incisiva, assertiva, está longe de obter unanimidade de muitos dos seus leitores, porque essas forças contrárias defendem acerrimamente a Aldeia Global, que lhes proporciona tendências exercitativas para os seus ideais políticos.

Mas é dever intransigente dos genuínos nacionalistas reivindicarem os valores defendidos por aquela eurodeputada, para dirimirem os perigos que emergem dessas tendências – que negam os valores supremos da nação – , cujo discurso passamos a transcrever:- “Muito obrigado. Senhoras e senhores, venho de um país que deu origem à democracia e à civilização ocidental, um pais com história, com sacrifício, com fronteiras desenhadas com sangue. Um país que manteve a cruz erguida quando tudo o resto estava a colapsar. E hoje, não vos falo com medo, mas com responsabilidade.

Porque aquilo que estamos a testemunhar não é apenas um declínio, é uma substituição silenciosa do nosso povo, da nossa cultura, do nosso modo de vida. Vemos isso por todo o continente, em cidades que já não reconhecemos, em bairros onde as mulheres já não se sentem seguras, em escolas onde as crianças são ensinadas a esquecer quem são. Isto não é compaixão, é a demolição organizada da civilização europeia, e está a acontecer porque demasiados políticos escolheram permanecer em silêncio. Sejamos claros: os imigrantes ilegais não são pessoas sem documentos ou incompreendidas. São exatamente aquilo que a lei os define como sendo: invasores ilegais. Não têm direito a permanecer.

Devem ser deportados imediatamente, em grande número, sem desculpas. Precisamos de fronteiras fechadas, não de convites; de centros de detenção em ilhas desabitadas, não de hotéis de luxo. A Europa não é a terra prometida e não estamos aqui para sermos substituídos. E o pior é que estamos a pagar pela nossa própria extinção. O nosso próprio dinheiro, o dinheiro das famílias europeias, está a ser desviado das nossas escolas, dos nossos hospitais e dos nossos filhos para ser entregue a ONG´S que apoiam a migração ilegal. Chamam-lhe ajuda humanitária; nós chamamos-lhe traição.

George Soros e a sua rede investiram milhões para reescrever a Europa, não para a melhorar, mas para a apagar; isto não é caridade; é planeamento calculado. Querem uma Europa sem fronteiras, sem identidade, sem resistência. E estão a utilizar a nossa culpa e os nossos impostos para o conseguir. Mas não devemos desculpas a ninguém e não sentimos culpa. Temos o dever de parar isto agora. Ao mesmo tempo, enfrentamos outro inimigo venenoso: a ideologia woke. Uma ideologia que afirma que os homens podem ser mulheres, que as crianças devem ser sexualizadas, que o orgulho nacional é perigoso enquanto a autoexpressão é uma virtude.

Uma ideologia que diz às nossas crianças que podem até ser gatos. Sejamos honestos: isto não é progresso, é uma perturbação mental. Não se pode construir uma civilização sobre confusão e irracionalidade. Nem permitiremos que as nossas crianças sejam utilizadas como ferramentas em experiências ideológicas. Vamos proteger a infância. Vamos honrar a feminidade. Vamos respeitar a família. E vamos acabar com o financiamento de mentiras.

As nossas economias estão a sufocar, não porque o nosso povo não trabalhe arduamente, mas porque está afundado em impostos, regulamentações e loucura ambiental. Temos de reduzir a burocracia, acabar com o socialismo, acabar com a histeria ecológica e voltar a confiar nas pessoas que produzem. A Europa deve erguer-se com firmeza, e demonstrar determinação significa livrar-se dos parasitas. E quanto à soberania nacional? Qual é o valor de uma bandeira se as suas leis são escritas noutro lugar? Qual é o valor de um governo se responde a entidades não eleitas?

O poder tem de regressar às nações. E se Bruxelas não gostar disso, então paciência para Bruxelas. Nenhum país deveria pedir desculpa por querer sobreviver. Nenhum cidadão deveria tolerar que a sua religião fosse vandalizada ou ser forçado a aceitar a Sharia. Esta é a Europa, e aqueles que querem o domínio do Islão deveriam regressar aos seus países. Aqueles que querem usar véu podem usá-lo nas suas próprias terras. Na Europa, o coração do Cristianismo bate mais alto e mais forte”.

Esta lição de coragem e de tática governativa deve ser própria de qualquer país, como o nosso, que se assuma como verdadeiramente democrático, em todas as suas vertentes. Jamais poderá hesitar em combater com audácia e à “outrance”, todas as ideias e ações que, sub-repticiamente, têm invadido o nosso país; que já não consegue conter o flagelo da corrupção, da invasão incontida da imigração ilegal, dos usos e costumes do nosso povo, que o ofendem e degradam, pondo deveras em causa a nossa estrutura política, económica e social.

Já não será tarde para dizer basta?

(Cfr. também o facebook)


  • Diretor: Lino Vinhal

Todos os direitos reservados Grupo Media Centro

Rua Adriano Lucas, 216 - Fracção D - Eiras 3020-430 Coimbra

Powered by DIGITAL RM