16 de Junho de 2021 | Coimbra
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Dia Mundial do Ambiente: Preservar o ambiente é construir o futuro

4 de Junho 2021

Proteger o ambiente, através das nossas ações diárias, é uma obrigação de todos e dela depende a construção de um futuro melhor, mais saudável e sustentável.

Essa é uma das principais mensagens que deve ser transmitida no Dia Mundial do Ambiente, que amanhã (5 de junho) se comemora. Trata-se, acima de tudo, de uma data de sensibilização, que pretende alertar para o facto de que ao preservarmos o ambiente estamos, no fundo, a proteger-nos a todos e a garantir o futuro das novas gerações.

A “Recuperação dos Ecossistemas” é o tema das comemorações deste ano. Celebrado desde 1974, o Dia Mundial do Ambiente envolve governo, empresas e cidadãos, procurando que todos juntem os seus esforços por um mundo ambientalmente mais sustentável.

O tema deste ano alerta para a importância de tudo o que nos rodeia, desde os alimentos que comemos, ao ar que respiramos, à água que bebemos, sem esquecer o clima. A “Recuperação dos Ecossistemas” engloba tudo isso, podendo assentar, por exemplo, na plantação de mais árvores, em cidades mais sustentáveis, na criação de mais jardins e espaços verdes, na mudança de comportamentos a nível alimentar, entre outras medidas.

A recuperação dos ecossistemas visa, no fundo, restaurar os ambientes que foram degradados ou destruídos e conservar aqueles que ainda permanecem intactos, sendo certo que ecossistemas mais saudáveis e com maior biodiversidade trazem mais benefícios para todos e são determinantes para um planeta mais saudável.

A Organização das Nações Unidas pretende que este seja um tema que se prolongue no tempo e, nesse sentido, vai lançar no Dia Mundial do Ambiente a “Década das Nações Unidas da Recuperação de Ecossistemas”, que se prolongará até 2030.

“Entre 2021 e 2030, a recuperação de 350 milhões de hectares de ecossistemas terrestres e aquáticos degradados poderá gerar nove milhões de biliões em bens ou serviços que advêm dos ecossistemas. Por consequência, os benefícios económicos destas intervenções excedem nove vezes o custo do investimento”, defende a ONU.

A próxima década assume-se, portanto, como determinante para a recuperação dos ecossistemas e para a preservação do ambiente. Aliás, há mesmo entidades que defendem que “esta é a geração que pode fazer as pazes com a natureza”.


  • Diretora: Zilda Monteiro

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