6 de Maio de 2021 | Coimbra
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Centro de Arte Contemporânea já recebeu perto de 3.000 visitantes

16 de Abril 2021

O Centro de Arte Contemporânea de Coimbra, situado junto ao Arco de Almedina, no “coração” da Baixa, recebeu perto de 3.000 visitantes desde que abriu, em julho do ano passado. A afluência satisfaz o Município, uma vez que se trata de um equipamento cultural novo e que esteve encerrado ao público devido ao confinamento.

O Centro de Arte Contemporânea reabriu na sexta feira, com a inauguração da exposição “Fluxo e Metamorfose”, a segunda do ciclo “De que é feita uma coleção”, que apresenta as obras da Coleção de Arte Contemporânea do Estado, em depósito na Câmara de Coimbra.

Com curadoria de David Santos e José Maçãs de Carvalho, esta exposição reúne obras de artistas como Andy Denzler, Art & Language, Eduardo Nery, Fernando Calhau, Francisco Laranjo, Frank Thiel, Helena Almeida, Ilda David, Jason Martin, Mário Cesariny, Menez, Pedro Calapez, Peter Zimmermann, Pia Fries, entre outros. No total, como explicaram os curadores na inauguração, estão patentes nesta exposição 30 obras, de 27 artistas.

A mostra pode ser visitada até 20 de junho, de terça a sexta feira, das 10h00 às 18h00, e aos sábados e domingos, das 10h00 às 13h00, enquanto vigorar a obrigação de recolhimento.

O presidente da Câmara de Coimbra, Manuel Machado, recordou o “entusiasmo” vivido no momento da inauguração deste equipamento, que entretanto teve que fechar devido ao confinamento. Sublinha, contudo, que “somos resistentes”, estando novamente o espaço “aberto à revisitação”.

“Apesar da pandemia, dos constrangimentos e das dificuldades, não desistimos de salientar que a cultura é uma das nossas ‘vacinas’ de salvação, de reativação”, disse, destacando que, nesta fase do desconfinamento, abriram vários equipamentos culturais municipais, esperando que “as pessoas sintam vontade de sair das suas casas”. Manuel Machado defende “um desconfinamento sadio” mas sublinha também que é preciso continuar a salvaguardar as condições de segurança.

Esta nova exposição – a segunda de um ciclo de três – pretende “relacionar obras de pintura, escultura e fotografia que representam exemplos diferenciados na abordagem desses conceitos [fluxo e metamorfose], traduzidos quer por dinâmicas formais e cromáticas de livre explanação na superfície, quer por experiências informais, de surpreendente registo criativo”, explica o Município.

Estas obras integram a Coleção BPN (ex-Banco Português de Negócios), que foi adquirida pelo Estado por cinco milhões de euros. De acordo com Manuel Machado, o Município está “a tratar do local definitivo” para a instalação destas obras que, como sublinhou, “merecem uma visita”.


  • Diretora: Zilda Monteiro

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