9 de Fevereiro de 2026 | Coimbra
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Martinho

CASAMENTO ENTRE PESSOAS DO MESMO SEXO BIOLÓGICO, E DE IDENTIDADE DE GÉNERO

20 de Setembro 2024

Para a teologia e leitura cristã do Livro da Génesis, “Deus criou o mundo e o Homem à Sua imagem e semelhança, o macho e a fémea, e disse-lhes sede fecundos, tornai-vos muitos  e  enchei a Terra”. “Não é bom que o homem continue só. Vou fazer-lhe uma ajudadora, como complemento dele e será chamada mulher”, (união de uma mulher com um homem).

As pessoas casam-se por várias razões mas, normalmente, para buscar estabilidade económica e social, para constituir família, procriar e educar os filhos e legitimar o relacionamento sexual. Este conceito foi-se adulterando, até que nos nossos dias gera autênticas aberrações da Natureza, ao reconhecer o casamento entre pessoas do mesmo sexo biológico, ou de identidade de género, na base da homossexualidade que, aliás, não é de hoje, mas que degenerou para extremos, até à sua formalização legal.

 Dir-se-á que, no âmbito dos direitos de personalidade e de liberdade democrática, cada um é senhor absoluto do seu corpo, o que lhe permite usá-lo a seu bel-prazer, inclusive para fins de sexualidade heterogénea, porque está escudado nas leis (Leis nºs. 9/2010 e 2/2016, que aboliram duas das causas da sua inexistência, o casamento entre pessoas do mesmo sexo e o débito conjugal, juridicamente definido como rato e não consumado) mas, convinhamos, no recato da sua intimidade e não devassado em grandes parangonas, porque isso poderá constituir um atentado ao pudor e causar um mal-estar social que fere a moral pública.

Aboliu-se uma das finalidades supremas do casamento entre pessoas de sexos opostos, obstáculo decisivo à comunhão plena de vida, em sentido amplo, que assegura potencialmente a constituição de família, sem a qual  se extinguirá “à outrance” a Raça Humana. O que terá o PAN a dizer sobre este atentado contra a Natureza?

Podem os snrs. leitores considerar ridículo este folheto e o autor um bota de elástico. São opiniões que se devem respeitar reciprocamente, mas que não alteram a sua personalidade nem abdica das liberdades democráticas que o leglitimam, sem reservas, a manifestar a sua visão das coisas que, neste contexto, colidem com a sua sensibilidade, vendo e ouvindo na comunicação social televisiva e nos jornais figuras masculinas e femininas, expostas nos patamares da ribalta, numa miscelânea de alusão do homem ao “meu marido” e da mulher à “minha esposa”. Sinais dos tempos, em que não se revê.


  • Diretora: Lina Maria Vinhal

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