2 de Dezembro de 2021 | Coimbra
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Politécnico de Coimbra faz balanço positivo de aulas e serviços online

24 de Março 2020

Uma semana depois de serem encerradas presencialmente as aulas e os serviços, o Instituto Politécnico de Coimbra está a funcionar “com a normalidade possível”, referiu ontem o presidente da instituição, Jorge Conde.

As aulas que podem ser lecionadas em formato digital estão a ser concretizadas, contando com o esforço acrescido dos docentes que têm feito tudo ao seu alcance para que os estudantes que estão em casa continuem a realizar a sua formação, e, com exceção de algumas aulas práticas e dos estágios, “podemos mesmo dizer que deste ponto de vista tudo funciona de forma consistente”, ecrescenta o responsável.

Também os serviços estão a fazer uma boa articulação entre si, com a quase totalidade das pessoas em teletrabalho e com a adaptação a decorrer a muito bom ritmo. “As reuniões digitais, as aulas digitais, a comunicação por sistemas de vídeo, são agora a nova normalidade”, afirma Jorge Conde.

No que diz respeito às residências do Politécnico de Coimbra, existentes em S. Martinho do Bispo e na Quinta da Nora, com capacidade para 352 residentes, regista-se atualmente uma ocupação de cerca de 18 por cento, que corresponde a 59 estudantes. Muitos alunos que permanecem são nacionais, que consideram ali ter melhores condições do que na habitação de família, nomeadamente para assistir às aulas via digital. No caso dos estudantes internacionais, permanecem 37, sendo a nacionalidade mais representada a síria, seguindo-se estudantes provenientes de S. Tomé e Príncipe, Cabo-Verde, Brasil, Moçambique, Guiné-Bissau, Angola, Chile e Moldávia.

Para servir estes estudantes, encontram-se em funcionamento a cantina da ESAC/ISCAC em regime de “take away” que, de acordo com o estabelecimento de ensino, “tem verificado uma procura residual, apenas com alguns dos estudantes alojados nas residências a usar este serviço”.

O presidente do IPC realça “a rapidez com que 12.500 pessoas se adaptaram a uma realidade praticamente desconhecida, imprevisível e extemporânea” e, acrescenta, a forma “como foram capazes de quase não parar as suas atividades”.


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