18 de Setembro de 2026 | Coimbra
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Martinho

OS DESVARIOS DE HASAN PIKER..!

18 de Setembro 2026

O nosso revolucionário, nascido em 25/7/1991, tem dupla nacionalidade, por ter vindo ao mundo nos Estados Unidos e ter sido criado, desde muito tenra idade, em Istambul, onde se descreveu como um proscrito na sua juventude, por questionar o dogma religioso que lhe era ensinado na escola. Atualmente, é um streamer (criador de conteúdos de vídeo), da Twitch (produtor de plataformas de streaming de vídeo ao vivo), além de comentador político estadunidense, onde cobre notícias e discute política de uma perspetiva de esquerda e entretêm-se em jogos eletrónicos.

É um político que, em agosto de 2019, na Twitch criticou a política externa dos E U e produziu comentários polémicos acerca dos ataques de 11 de setembro de 2001 e acrescentou que os E U mereceram o 11/9. Tornou-se famoso como streamer em algumas redes sociais, principalmente durante as campanhas para as presidenciais de 2020; em 2024 recebeu credencial para a transmissão ao vivo da C. N. Democrática, e também para a noite das eleições; foi banido da Twitch várias vezes, por curtos períodos de 24h, e de uma semana, por usar termos e críticas pejorativas contra pessoas, redes sociais e contra instituições (política externa dos E U, crackers às pessoas brancas, comentários elogiosos a Luigi Mangione – suspeito do assassinato  de Brian Thompson quando aquele foi preso -, e por manuseio impróprio de propaganda terrorista, etc.);

Na campanha para a prefeitura de Nova Yorque de 2025 apoiou Zoran Mamdani e, porque Piker, em 2019, tivesse comentado que “os E U mereceram o 11 de Setembro”, Mamdani repudiou aquelas suas afirmações, apodando-as de questionáveis e repreensíveis. Por todas essas volubilidades, Piker é identificado como um esquerdista, socialista e marxista; defende a democracia nos locais de trabalho, a saúde universal, os direitos dos LGBTQ+, o antissemitismo, crítico ferrenho dos partidos democrata e republicano, simpatizante de governos autoritários de esquerda, admirador do modelo chinês de socialismo; considerou Mao Tsé. Tung um dos grandes líderes do mundo;

Considerou o colapso da URSS uma das maiores catástrofes do século XX; e manifestou uma grande simpatia pela China, Cuba, Rússia e pelo autoritarismo em geral; preconizou que a Rússia não ia invadir a Ucrânia em 2022, mas perante os factos, recuou, dizendo que não imaginava que uma potência regional agisse de forma tão irracional; e em janeiro p. p. afirmou que o Hamas era mil vezes melhor do que um estado colonial fascista de apartheid (Israel).

Tem sido criticado pela suposta falta de compromisso com a ética e objetividade jornalística, e Andrew Marantz, da Revista The New Yorker, considera-o controverso, tanto na esquerda como na direita política, quando minimiza a brutalidade do Hamas, dos Hutis ou do PC chinês; e quanto àquela (esquerda) é descartado como um “socialista de limusine, que mora numa casa de USS 2,7 milhões”. A polémica surgiu de uma sua aparição na C. de College Democrats of American, em Wasington, onde pronunciou um discurso contra D. Traump e contra democratas moderados, usando um fato ao estilo de Mao Zedong – tido como uma encenação política pró-comunista.

É refinado ao ponto de exibir o jornal do dia 12/9/2001 a vangloriar-se do atentado de 11/9, atitude que foi de indignação pública, em que numa crítica online ao acontecimento terrorista os ofendidos argumentavam que ele estava a reforçar uma imagem de desprezo pelas vítimas e pela memória do ataque.

O nosso turquesco cedo enveredou pela carreira de influenciador americano, durante a qual manifestou várias vulnerabilidades encendidas de extremismos, que não terão seduzido gregos nem troianos, inclusive, corroendo a persistente democracia dos E U, com as suas venenosas afirmações e procedimentos de um antiamericanismo puro. Identifica-se como um fomentador-esquerdista e, desse modo, promove a agitação social e política, o que incentiva as manifestações contra-sistema, as reivindicações selvagens, as revoltas e os assassinatos, constrangendo os democratas e os republicanos moderados a viverem em constante sobressalto, perante a passividade e a benevolência dos governantes, por não adotarem medidas extremas para casos extremos, isto é, para quem voluntária e intencionalmente, mata, para os piromaníacos de profissão, abstraindo-se das consequências dos seus instintos, sem a mínima compaixão pelas vítimas, quer sejam crianças, velhos, deficientes, bens essenciais – habitações, viaturas, agricultura, montados, etc.,

Esta tese vai ser, imediatamente, reprimida com grande clamor pelos pseudo-humanistas, de refugo, a esconjurar, inexoravelmente, esta heresia e ignorando o sentido da equidade em relação às vítimas desses imoladores, por quanto depois de sacrificadas em holocausto, já não podem retribuir com a mesma moeda, restando aos seus entes queridos conformarem-se com aquele desumanizado desenlace e com uma paliativa indemnidade, para iludir as mágoas deixadas pelos criminosos. Não invoquem questões morais nem ofensa a Deus, ou que ninguém tem o direito de matar, porque para grandes males grandes remédios: – o contraveneno para a extinção da causa!

(Cfr. redes sociais)


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