João Pinho, colaborador regular e amigo do “Despertar” e do “Campeão das Províncias”, doutorou-se no princípio desta semana na Universidade de Coimbra em Estudos Contemporâneos, pelo Instituto de Investigação da Universidade.
Aprovada por unanimidade, louvor e distinção, a tese apresentada por João Pinho centrou-se na atividade do médico e cirurgião Bissaya Barreto no Hospital Universitário de Coimbra, entre 1911-1956, bem como os contributos para a história da medicina e cirurgia em Portugal.
O recém-doutorado recebeu diversos elogios do Júri, constituído por oito professores universitários, o que o terá deixado orgulhoso e satisfeito.
João Pinho nasceu a 26 de outubro de 1975, na freguesia da Sé Nova-Coimbra. Atualmente é Historiador, Investigador e Empreendedor Cultural. Possui o curso de Administração Autárquica, promovido pelo Centro de Estudos e Formação Autárquica (CEFA, 1996). É licenciado em História, variante de História de Arte e ramo científico (2000), da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. É também Pós-Graduado em Direito da Comunicação Social (2018) e Doutorado em Estudos Contemporâneos pelo CEIS XX (2019-2022).
Desde 2000 tem-se dedicado à investigação na área da História de Coimbra e Região, tendo publicado monografias sobre as freguesias de Botão, São João do Campo, Eiras, Santa Cruz, Arzila, Souselas, Anobra e Midões.
De 2002 a 2008 foi investigador da Fundação Bissaya Barreto e membro da Comissão Organizadora das Comemorações dos 50 anos desta instituição.
Ao longo destes anos, publicou ainda vários livros institucionais, além de também se ter dedicado ao estudo de figuras intemporais que o levou a publicar o primeiro de uma série de quatro livros, “Inês de Castro – a vida entre o amor e a morte”.