10 de Julho de 2020 | Coimbra
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Associação Cultural e Recreativa de Coimbra celebra amanhã 40 anos

6 de Dezembro 2019

A Associação Cultural e Recreativa de Coimbra (ACRC) comemora amanhã (7 de dezembro) 40 anos ao serviço da cultura e da comunidade. As celebrações deste aniversário, que se têm estendido ao longo do ano, culminam agora com a realização de uma grande gala no Instituto Português do Desporto e da Juventude e com um jantar festivo na Casa dos Pobres.

O programa abre, às 15h00, com a gala de celebração, que vai levar a palco a “prata da casa”, numa exibição do trabalho que é desenvolvido pelas mais de 100 pessoas que integram as várias valências da associação – escola de concertinas, escola de música, escola de dança e Tuna Mista do Areeiro.

Continua, às 19h30, na Casa dos Pobres, com uma exposição, na Sala de Gerontomotricidade, seguindo-se o jantar, a partir das 20h00, um momento de festa que vai ficar marcado pelo convívio e confraternização entre toda esta vasta “família” e também, como explica o presidente da coletividade, Afonso Lázaro Pires, pela entrega de prémios “a todos os que contribuíram para que a ACRC pudesse chegar aos 40 anos e aos que mais se distinguiram, este ano, nas várias atividades desenvolvidas pela associação”.

Na coletividade desde que esta foi criada, Afonso Lázaro Pires considera que é um “orgulho e também uma emoção” celebrar estes 40 anos, um percurso longo que testemunha a importância do trabalho que tem vindo a desenvolver numa época em que, como é sabido, “o associativismo está em crise, sendo cada vez mais difícil encontrar pessoas disponíveis para estarem à frente das associações”.

Para Afonso Lázaro Pires, esta é uma atividade “de muito sacrifício e entrega”, mas também de “muita paixão”. E tem sido essa “paixão e força”, que mobiliza toda a equipa, que tem permitido traçar este percurso, um caminho que, neste ano de 2019, foi “ainda mais intenso, com muitos e bons espetáculos um pouco por todo o país”.

É esse caminho que a ACRC quer continuar a traçar mas, apesar da vontade e determinação da Direção, continuam a faltar as muito ansiadas novas instalações, que lhe permitam garantir a continuidade e a qualidade do trabalho que tem vindo a desenvolver desde que foi fundada, a 6 de dezembro de 1979. De acordo com Afonso Lázaro Pires, o terreno existe, o projeto também e já foi aprovado pelos serviços camarários mas falta resolver a questão do financiamento. Trata-se, como explica, de um projeto “muito simples”, previsto para a Urbanização da Quinta da Fonte, mas que precisa do “apoio financeiro da Câmara para poder avançar”. O presidente da ACRC espera que este “sonho” se concretize, de forma a poder assegurar a continuidade desta associação que leva longe o nome da cidade, nas muitas atuações que faz em todo o país.


  • Diretora: Zilda Monteiro

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