A VIII Feira de Artesanato e Gastronomia de Almalaguês começa hoje (30) e prolonga-se até domingo (1), prometendo três dias de cultura, tradição, sabores e descoberta pela identidade local, num evento de entrada gratuita e aberto a toda a comunidade.
Organizada pela Junta de Freguesia de Almalaguês, esta edição traz como grande novidade a inauguração oficial de três percursos pedestres temáticos — Rota da Bia-Reserva da Senhora da Alegria, Rota da Torre de Bera e a Rota da Tecelagem — com um total de cerca de 18 quilómetros. A descoberta destes caminhos decorre no dia 1, a partir das 10h00, com participação gratuita.
António Coelho, presidente da Junta de Freguesia, sublinha que esta feira é “uma forma de promover aquilo que temos na nossa terra”, com especial destaque para a tecelagem, tradição ainda viva na freguesia. “Vamos ter na feira entre oito a 10 expositores dedicados a este artesanato tão identitário”, refere.
Ao todo, participam cerca de 50 expositores e 14 associações locais ligadas à gastronomia, que terão stands com pratos típicos da região, sem qualquer custo de participação, revertendo todos os lucros a favor das associações.
O investimento total do evento ronda os 50 mil euros, suportado na totalidade pela Junta de Freguesia.
No que toca à animação, o cartaz inclui atuações dos três ranchos folclóricos da freguesia, nomeadamente o Grupo Folclórico Cir Torre de Bera, Grupo Folclórico e Etnográfico “Rosas da Amoreira” e Grupo Folclórico e Etnográfico “As Tecedeiras de Almalaguês”, amanhã pelas 16h30. Haverá atuação com gaiteiros tradicionais, o grupo Tricana no domingo e provas de vinhos com entrega de prémios. Destaque ainda para o concurso das janelas e varandas coloridas, que traz cor e envolvimento à aldeia.
A Feira abre portas hoje pelas 19h00 e amanhã pelas 15h00, sendo o encerramento, em ambos os dias, pelas 24h00. No último dia o certame começa pelas 9h30 e fecha pelas 20h00.
“Esperamos superar a adesão dos anos anteriores, que já foram bastante bons. Temos boa gastronomia, bom artesanato e bom convívio, é isso que faz a alma de Almalaguês”, conclui António Coelho.