10 de Maio de 2021 | Coimbra
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Vila Nova de Poiares disponibiliza 100 mil euros para apoiar famílias

12 de Março 2021

O Município de Vila Nova de Poiares disponibiliza 100 mil euros para apoiar os agregados familiares que se encontram em situação de vulnerabilidade económica ou que sofreram quebras no rendimento devido à pandemia. O executivo aprovou a segunda edição do Fundo Municipal de Emergência – Apoio às Famílias, uma medida extraordinária que canaliza 100 mil euros do orçamento da Câmara para ajudar a mitigar os efeitos negativos da pandemia.

“Este apoio destina-se ao pagamento total ou parcial de despesas consideradas essenciais, designadamente consumo doméstico de água, eletricidade, gás, medicação, comunicações, rendas habitacionais e/ou empréstimo bancário à habitação, alimentação ou outra necessidade básica elementar devidamente fundamentada”, explica o presidente da Câmara, João Miguel Henriques, destacando o facto de, desta vez, haver a possibilidade de incluir nestes apoios os equipamentos informáticos e comunicações, por forma a garantir o acesso ao ensino à distância e ao regime de teletrabalho.

Os pedidos devem ser feitos bimestralmente, sendo que neste momento já se encontra aberto o período para que as famílias possam solicitar o apoio para os meses de janeiro e fevereiro. O requerimento para estes dois meses deverá ser entregue impreterivelmente até final de março nos serviços municipais.

De acordo com o autarca, este apoio às famílias vai estar disponível até 30 de junho, sendo depois reavaliada. “Não só poderemos aumentar o valor em causa, alocando mais alguma verba do Orçamento Municipal, como poderá também ser estendido o seu período”, assegura.

João Miguel Henriques anunciou, ainda, na reunião do executivo, que pretende levar este mês à votação o apoio destinado ao tecido empresarial e comercial local. “Decidimos auscultar os nossos empresários e comerciantes, por forma a que possamos responder àquilo que são as reais necessidades deste setor. Será um apoio prestado numa lógica diferente do que aconteceu em 2020, já que iremos alargar o leque de atividades, direcionada para situações de perda de receita, mas também para fazer face a outras despesas como as rendas, que continuaram a ser cobradas ainda que os empresários tivessem de manter as portas encerradas”, concluiu.


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