Em modo cantoria, regressamos ao contacto escrito. Parabenizar devidamente um bébé que assinala 100 anos e 7 pozinhos antecipa-se tarefa hercúlea. Podíamos relembrar o caminho percorrido, todas e cada uma das pessoas que ao longo dos anos, semana após semana, têm vindo a dedicar algum do seu tempo à partilha de ensinamentos através das páginas deste nosso O Despertar, ou mesmo referir ou antecipar desafios presentes e futuros que a imprensa escrita enfrenta e aos quais este nosso bébé tão bem tem sabido e saberá dar resposta. Só que, optámos por desviar o rumo e transformar a celebração de O Despertar na celebração da Cidade e Região que lhe dá berço, deixando o convite-desafio a que participemos e nos envolvamos na construção e co-criação deste nosso território. Gastronomia e outras Artes (música, teatro, pintura, dança, …), Património (material e imaterial) – como não destacar os Jardins e espaços verdes, verdadeiros pulmões urbanos, que muitas vezes nem saboreamos?! – há um sem número de manifestações culturais que diariamente nos interpelam a sair de casa, a trocar sorrisos e abraços, ou mesmo, algumas vezes, lágrimas mas, acima de tudo, a Ser Humanos; seres sociais que somos, é no convívio, em comunidade, que verdadeiramente acrescentamos valor à Vida que cada um de nós é.
Parabéns, O Despertar, e que a Mostra de Doçaria com que se inicia esta nova volta ao Sol seja um cartão de visita e extensão do convite a (re)descobrir e valorizar a singularidade da nossa região, e as pessoas, as verdadeiras cuidadoras do nosso Património e que se revelam o maior activo dos Territórios. Brindemos pois então com a nossa Canção:
e por O Despertar não vai nada nada nada? Mesmo nada nada nada? Então com toda a c* e toda a pujança … F-R-A Frá; F-R-E Fré; F-R-I Fri; F-R-O Fro; F-R-U Fru; Frá-Fré-Fri-Fro-Fru; Arre-e-quarri-quarri-qua; xi-ri-bi-tá-tá-tá-tá; Hurra! Hurra! Hurra!
Até já, caríssimo leitor!