13 de Janeiro de 2026 | Coimbra
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Sansão Coelho

FELIZ 2025

3 de Janeiro 2025

Gostava muito que os nossos leitores tivessem um FELIZ 2025 com saúde e boas leituras optando, o que seria giro, pelo prazer semanal de porem os olhos em O Despertar. Quem é de Coimbra ou aqui vive devia cultivar este hábito semanal e prazenteiro de ler este jornal que é um defensor de Coimbra e da região.

 

E OS REIS MAGOS VÃO CHEGAR

E está quase a chegar o DIA DE REIS. Acontecerá tradição popular a ser vivida através de representações junto ao Presépio. Será nalgumas localidades da região com relevância na vizinha Figueira da Foz onde se realizarão dois cortejos de Reis por iniciativa das duas filarmónicas locais, os quais, saindo de pontos diferentes da cidade, se irão encontrar frente ao Presépio instalado junto à Praça Nova, ao lado da gigante e colorida Árvore de Natal que está rodeada de espaços lúdicos.

 

PRAXE COM RIGOR A COMEÇAR PELA CAPA E BATINA

Provavelmente seria bom se houvesse ações de sensibilização para a boa subscrição da praxe académica de Coimbra nalguns locais e logo para iniciar nas lojas que vendem o traje académico. Um dia seremos surpreendidos com estudantes a calçarem, por exemplo, botas de cano alto. Pelo que me dizem já há muitos a calçarem sapatilhas como há senhoras a vestirem, no traje académico, minissaia à moda da Mary Quant. Esta foi uma estilista britânica criadora da minissaia. Não pode ser. As lojas devem informar os seus clientes do rigor existente na capa e batina de Coimbra. Perder a norma, efetuar desvios são machadadas nas tradições académicas da cidade que serviram para projetar a Universidade de Coimbra conferindo-lhe identidade e popularidade. Os atuais estudantes não serão os CULPADOS dos desvios, mas quanto a mim, o Conselho de Veteranos, o Dux Veteranorum e as Associações de Antigos Estudantes deviam efetuar ações pedagógicas visando a boa divulgação e o bom cumprimento da Praxe Académica. E oferecerem, regularmente, aos novos alunos, o Código da Praxe ou um resumo deste. Coimbra a desvirtuar-se afunda a identidade do estudante perante as dezenas de instituições de Ensino Superior surgidas ao longo dos últimos cinquenta anos e que idealizaram e praticam praxes à sua maneira, as quais, obviamente, nada terão a ver com a vida académica coimbrã. Dentro da cidade temos instituições de ensino superior onde as suas academias já criaram as suas normas de sociabilização académica bem diferentes das que subscrevem os universitários que frequentam as Faculdades. Outra pecha que se observa é a voz de alguns que resolvem ditar leis com absurdas formulações. Apontei, em crónica anterior, o caso de constar que os caloiros não podem vestir capa e batina o que é falso e assim o confirma também o Dux Veteranorum a quem pedi esclarecimento. Sem ser como manifestação de ostentação e luxo, mas por ser um ato de democracia e igualdade, todos os ESTUDANTES DE COIMBRA deviam vestir capa e batina.


  • Diretora: Lina Maria Vinhal

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