O presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, JOSÉ VERÍSSIMO, teve recentes reuniões com a APA – AGÊNCIA PORTUGUESA DO AMBIENTE e com outras instituições do Estado porque é fundamental, aliás, é urgente, resolver diversos problemas que afetam a população do concelho e dos concelhos vizinhos. De forma objetiva, o presidente JOSÉ VERÍSSIMO já tinha dado conta da urgência em resolver o problema de pontes, taludes e vias do Baixo Mondego. Mãos à obra e o edil montemorense já teve reuniões. Espera, agora, que as suas pretensões sejam satisfeitas. Julgo que poderei escrever em nome de centenas e centenas de condutores, algumas das solicitações que reclamam urgentíssimas resoluções e muitas fazem parte do caderno de reivindicações do edil de Montemor-o-Velho. Começamos pela VIA RÁPIDA DE TAVEIRO que há anos e anos pede o seu prolongamento até Alfarelos/Granja do Ulmeiro ou até ao anunciado Nó Rodoviário de Montemor. Continuamos sem a conclusão da obra há talvez trinta anos e já nos proporcionarem três alternativas para o seu prolongamento. Acontece que cada vez mais, quem está na margem esquerda ou a sul da cidade de Coimbra, opta por se ligar aos concelhos de Montemor e da Figueira da Foz por essa margem circulando, ao sair de Coimbra, pela Via Rápida de Taveiro que se extingue um pouco antes de Arzila. Ao chegar a Pereira os automobilistas utilizam a Estrada do Campo, estreita, perigosa, e cada vez com mais movimento. Esta estrada tem de ser alargada e devidamente pavimentada. Se por um lado, ao circularem nesta estrada os automobilistas poupam em quilómetros, também encurtam tempo de viagem o que é importante. Acontece que a Estrada 111, entre Coimbra e Montemor, na margem direita, é uma espécie de rua de cidade com diversos semáforos e limitações de velocidade que levam os automobilistas a demorarem mais tempo do que o desejado; e mais tempo em comparação com a circulação pelas Estradas do Campo. O resultado está à vista: cada vez mais veículos ligeiros, e também viaturas pesadas, utilizam essas estradas agrícolas da APA com condições ínfimas. O facto de haver por ali muitos terrenos agrícolas, julgamos que não será um impeditivo de proceder à melhoria do pavimento e do alargamento das estradas. O governo central tem de falar com os municípios de Montemor e de Coimbra e apoiar a pretensão de milhares e milhares de automobilistas e residentes nestas áreas que se estão a desenvolver demograficamente: Arzila, Formoselha, Santo Varão, Granja do Ulmeiro, Alfarelos, Carapinheira, Tentúgal e Montemor-o-Velho. As populações destas localidades e da região envolvente têm de merecer a atenção das Infraestruturas de Portugal e da Agência Portuguesa do Ambiente. Não podemos ter um panorama próprio de países em vias de desenvolvimento quando estamos numa zona de gente muito ativa e produtiva. A cidade da Figueira da Foz com ligação umbilical, afetiva e afetiva com Coimbra, também ganharia com o prolongamento da Via Rápida de Taveiro e melhoria das estradas do campo. Há outros aspetos como a Ponte Militar, em Lavariz, na freguesia da Carapinheira, que era provisória e está com um incrível aspeto de definitiva. Julgamos que estará a ser financiada pelo município montemorenses quando a APA o podia fazer ou melhor, podia construir uma nova ponte o que seria o ideal.
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AUTOESTRADA (A31) COIMBRA-MONTEMOR-FIGUEIRA PELA MARGEM ESQUERDA
Num tempo em que os portugueses se preparam para escolher o próximo Presidente da República, deixamos uma sugestão ao vencedor do ato eleitoral: uma presidência aberta no BAIXO MONDEGO. E que receba este pedido que várias vezes também formulámos nestas colunas do jornal O DESPERTAR: LIGAÇÃO EM AUTOESTRADA – será a A31 – PELA MARGEM ESQUERDA, ENTRE COIMBRA (Trouxemil), TAVEIRO, MONTEMOR E FIGUEIRA DA FOZ. Este EIXO é sinónimo de futuro, mas urge atentar nas necessárias infraestruturas. Os presidentes das autarquias, SANTANA LOPES, ANA ABRUNHOSA e JOSÉ VERÌSSIMO são personalidades dinâmicas e ativas e, por isso, prevejo que comumente apostem neste objetivo. E o Governo Central tem de apoiar.