Vão ser cerca de 10,5 milhões de euros (ME) que a Escola Básica Eugénio de Castro, em Coimbra, vai receber para melhorar o espaço, mais três milhões de euros face à previsão feita há um ano no anteprojeto para aquele equipamento.
Constituída por oito blocos, a escola apresenta um “mau” estado de conservação, estando “muito envelhecida e desgastada por 50 anos de uso intenso sem manutenção adequada”, afirmou o Município de Coimbra.
“O seu maior problema construtivo é a questão térmica, uma vez que não tem qualquer tipo de isolamento nem nas paredes, nem nos tetos ou pavimentos e as grandes áreas envidraçadas sem estores ou palas de proteção, realizados numa série de alumínio muito deficiente e com vidros simples, concorrem para uma grande perda de energia durante a estação fria e uma grande acumulação de calor na estação quente”, disse a autarquia.
As principais alterações prendem-se com a libertação de blocos destinados a aulas exclusivamente para esse fim, “alocando a biblioteca e auditório noutros locais”.
“O refeitório e a cozinha vão ser objeto de uma pequena ampliação para rentabilizar os espaços. No pavilhão gimnodesportivo pretende-se demolir o bloco existente de balneários, insuficiente e degradado, e executar quatro blocos modulares, soltos do pavilhão, sendo três com a valência de balneários e uma sala de dança/ginástica”, referiu.