Enumerando agora aquelas unidades industriais que foram varridas pela dita hecatombe: umas transferidas para outros distritos, outras que cessaram a atividade, por lhes ter sido negado financiamento bancário, imprescindível à sua laboração, e ainda outras que encerraram definitivamente por falta de mercado, temos:
Matadouro Municipal, transferido para Aveiro;
Fábrica de Porcelanas da Arregaça, idem anterior;
Fábricas Triunfo, desmanteladas e transferidas para Lisboa;
Fábrica de Cerveja de Coimbra, idem anterior;
Orgânica Funcional da DRABL, transferida para Castelo Branco;
Fábrica de Artefactos de Borracha LUSA, encerrou;
Fábrica de Curtumes de Coimbra, idem anterior;
Fábrica de Cerâmica ESTACO, idem anterior;
Fábrica de Cerâmica CERES, idem anterior;
Fábrica de Cerâmica Barbosa Ribeiro, idem anterior;
Fábrica de Cerâmica LUFAPO, idem anterior;
Fábrica de Lanifícios Vitorino Planas, idem anterior;
Fábrica de Lanifícios Santix (1) e Confeções Santix (2), idem anterior;
Fábrica de Confeções Colsi, idem anterior;
Fábrica de Confeções RÍFER, idem anterior;
Fábricas de Camisas Amaral, em Ceira, idem anterior;
Fábrica de Camisas Corte Fino, em Taveiro, idem anterior;
Fábrica de Camisas Alvoeiro, idem anterior;
Fábrica de Malhas Francisco Martins, nas Lages, idem anterior;
Fábrica de Malhas Redinizes, idem anterior;
Fábrica de Malhas IDEAL, idem anterior;
Fábrica de Malhas do Calhabé, idem anterior;
Fábrica de Malhas de Santa Apolónia, idem anterior.
Com alguma ironia, o rescaldo dessa hecatombe, cujos estragos vimos de identificar, fez renascer, qual Fénix adormecida das suas próprias cinzas, atingindo o solo desertificado com o produto que envolvia a sua reencarnação, para lhe oferecer as condições propícias à atração dos donos do grande capital, que logo o adquiriram para ali instalarem volumosas superfícies comerciais.