25 de Agosto de 2019 | Coimbra
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Aeródromo Municipal Bissaya Barreto encerrado para obras

7 de Junho 2019

Depois de ter sido anunciado, esta segunda feira, que o Aeródromo Municipal Bissaya Barreto foi formalmente encerrado pela Navegação Aérea de Portugal (NAV), a Câmara Municipal de Coimbra esclarece, em comunicado, que tal facto se deve à realização de obras.

A autarquia prevê que a intervenção decorra por um período breve e assegura que estão garantidos “os voos humanitários, proteção civil, emergência médica e SAR (busca e salvamento)”.

O Município explica que estão em curso no Aeródromo Municipal operações de desobstrução e de limpeza das faixas de segurança da pista e de requalificação da vedação. “É, por isso, falso que o Aeródromo Municipal tenha sido encerrado por razões de segurança, estando inclusive em curso um processo de licenciamento, pela Autoridade Nacional da Aviação Civil, que classificou o assunto como prioritário”, esclarece a autarquia, que dá ainda conta que este equipamento tem sido “uma prioridade” em 2019, representando um investimento anual de “cerca de 300 mil euros, a que acrescem os investimentos desencadeados nos últimos meses, através de procedimentos de contratação pública”, dando como exemplo “a total delimitação do perímetro do Aeródromo Municipal, aguardada desde 2003, ponto fundamental no que respeita à segurança das operações, com a colocação na totalidade da sua extensão de rede de vedação, com farpado de três fios”. Os estragos provocados pelo furação Leslie exigiram também outros investimentos, bem como o “desinvestimento a que foi sujeito durante a primeira década deste século”, continua.

A Câmara dá conta que adquiriu uma “manga de segurança”, que virá de Inglaterra, por cerca de oito mil euros, e que deverá ser instalada esta semana, e anuncia que vai proceder também à reparação e substituição da cobertura do edifício e à requalificação do Aerogare e da Torre de Controlo. Refere ainda que estão a ser instalados no Aeródromo Municipal os meios logísticos operacionais para acolher mais de duas dezenas de militares da Guarda Nacional Republicana (GIPS), que vão operar a partir de Coimbra para toda a região.


  • Diretora: Zilda Monteiro

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