18 de Abril de 2024 | Coimbra
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Sansão Coelho

TRÊS GRANDES MULHERES: VIEIRA DA SILVA, FRIDA KAHLO e TERESA GRANADO

17 de Fevereiro 2023

Estive em Lisboa a visitar a Exposição PINTURA EM MOVIMENTO de VIEIRA DA SILVA que nos permite refletir, em detalhe, nalguns trabalhos da consagrada artista, em formato digital e com a contemporaneidade do efeito imersivo. É uma experiência para os sentidos adicionando obras da artista desdobradas (e não ouso utilizar a palavra desconstruídas) em curiosos movimentos ao som de música original de Rodrigo Leão. É a primeira exposição do género no país desta artista plástica portuguesa. Tem um impacto visual muito forte. Ficamos imersos no mundo criativo desta talentosa portuguesa que viveu entre 1908 e 1992. Nesta invulgar exposição observamos um diálogo diferente com alguns dos quadros de Maria Helena Vieira da Silva que se encontram numa das salas ao lado daquela que é objeto deste exercício imersivo. A exposição está patente no Museu da Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva na capital.

Ali ao lado, no Reservatório da Mãe d´Água das Amoreiras, tinha outra exposição em agenda para visitar: FRIDA KAHLO, A VIDA DE UM ÍCONE. O apelo à visita informava que se trata de uma viagem imersiva pela vida desta artista, uma das mais influentes dos últimos tempos, uma criação multimédia, mais algumas instalações – sete, se estou certo -, e julgo que também com excertos de filmes originais desta inesquecível mexicana. A receção por parte de quem já viu a exposição foi muito boa. Pela minha parte quando cheguei à entrada e com bilhete adquirido há alguns dias pela net recebi a informação de que não havia sessão por problemas julgo que de ordem técnica que teriam ocorrido. Lamentei não ter recebido mais cedo a informação de que tinha ficado suspensa a sessão.

Recebi da Drª NATÁLIA CUNHA MATOS uma subscrição que assinei de imediato, e que é para apresentar aos Senhores Presidente do Município de Coimbra e Presidente  da Junta de Freguesia de Eiras a solicitar que “seja homenageada, a título póstumo, com a colocação de uma placa toponímica numa rua desta cidade, a ilustre cidadã Maria Teresa Serra Granado, fundadora que foi da Comunidade Juvenil S. Francisco de Assis de Eiras (…) tendo sido manifesta a sua total dedicação e a abnegação para os mais vulneráveis desta cidade”. Recorda a petição que “se fosse viva, Madre TERESA GRANADO faria, no próximo dia 29 de março, 95 anos”. Admito que a resposta seja pronta e positiva e que a cidade irá rejubilar com a entrada de Madre Teresa Granado na toponímia coimbrã.

Estas abordagens de hoje podiam esperar alguns dias e integrá-las na comemoração do Dia Internacional da Mulher a celebrar no próximo mês. Na realidade evocámos três grandes mulheres de amplo mérito.


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