19 de Janeiro de 2026 | Coimbra
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Carlos Eduardo da Cruz Luna

SONETO: SEMPRE INVOCANDO OLIVENÇA///

28 de Fevereiro 2025

Olivença, quantas vezes comecei/

os meus poemas teu nom’ invocando,/

tantas vezes, tantas, que nem as contei,/

por ‘screver sempre só a ti amando!//

 

Poemas sem fim, tantos foram que não sei,/

se por hábito, se por t’ evocando,/

tão feliz me senti que continuei,/

sem ver como m’ estavas dominando.//

 

Poesia que no temp’ inspiraste,/

Olivença, qual é o teu segredo,/

mistérios com que nos conquistaste?//

 

Dir-se-ia qu’ acordas logo cedo/

so p’ra t’alindares o quanto baste/

p’ra toda tu te mostrares sem medo!//

 


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