28 de Setembro de 2020 | Coimbra
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Predial Rainha Santa continua a apostar na expansão

15 de Novembro 2019

Completamente consolidada no mercado, a imobiliária Predial Rainha Santa, sediada na Avenida João das Regras, em Santa Clara, Coimbra, conta já com 34 anos de existência. Destes, 20 foram sob a direção de Ana Pires, o principal rosto desta casa que tem sabido sempre adaptar-se às exigências que vão surgindo no mercado, respondendo às crises com inovação, muito trabalho e uma postura de grande seriedade, procurando encontrar sempre a resposta que o cliente procura.

Ana Pires chegou à gerência da Predial quando tinha apenas 37 anos e pouco mais de um ano de experiência no setor. Proprietária de um restaurante, onde assumia também a responsabilidade da cozinha, acabou por realizar “alguns negócios próprios” com uma pessoa que trabalhava numa imobiliária. Recorda que esteve envolvida em negócios com três pessoas do ramo, acabando por tornar-se amiga de uma delas. Dessa relação surgiu o convite para se associar à equipa, em “part-time”, conciliando esta nova tarefa com toda a responsabilidade e trabalho que a gestão do restaurante lhe exigia. Manteve-se entre os dois ofícios cerca de um ano e o negócio correu de tal maneira bem que a levou a equacionar a sua verdadeira vocação e, consequentemente, o seu futuro.

É neste contexto que toma a decisão que mudou a sua vida. Vende o restaurante, integra a equipa da imobiliária como comercial e, sete meses depois, tendo conhecimento de que a Predial Rainha Santa estava à venda, decide arriscar e comprar.

Vinte anos depois não se arrepende de se ter lançado nesta “aventura” e fez questão de celebrar a data, 10 de novembro, com um jantar comemorativo, onde reuniu toda a equipa que faz parte deste projeto, ajudando a traçar o seu presente e a construir o seu futuro.

Recorde-se que a Predial Rainha Santa completou 34 anos a 18 de junho, continuando a apostar na expansão em território nacional mas também na internacionalização. Com cerca de 2.000 imóveis em carteira, atua numa área muito abrangente, contando com angariadores em Coimbra, Santa Maria da Feira, Aveiro, Nazaré, Rio Maior e Torres Vedras mas também em França, na região de Poyssi, Paris.

Ana Pires congratula-se por ver, novamente, o mercado da construção em expansão, depois de vários anos de grande crise, onde foi preciso reinventar-se para fazer face às dificuldades, o que passou, por exemplo, pela aposta no arrendamento e na administração de imóveis. Hoje a empresa depara-se com outro problema – os imóveis existentes não são suficientes para responder à procura. “Estando o mercado a crescer muito e não havendo respostas é preciso ir à procura e alargar horizontes”, assegura Ana Pires, considerando que, neste momento, a resposta passa pela expansão.

“Coimbra e o país não têm, atualmente, casas suficientes. Neste momento, há falta de habitação no país inteiro”, alerta, defendendo que é preciso apostar mais na construção, até porque “hoje a banca já financia, há interessados em comprar e os estrangeiros estão a vir para cá em grande número, com dinheiro e vontade de comprar”.

Para Ana Pires, a questão do licenciamento e a burocracia continuam a ser os “grandes entraves” que Coimbra tem que ultrapassar e assume que não entende “porque é que a aprovação dos projetos se arrasta por tanto tempo na Câmara”. No seu entender, o trabalho que tem sido feito a nível da reabilitação nos centros urbanos “é muito importante mas insuficiente”, sendo preciso “mais construção”, até porque há muitas famílias à procura de casa.


  • Diretora: Zilda Monteiro

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