23 de Setembro de 2021 | Coimbra
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Margem direita do Rio Mondego ganha nova vida

18 de Janeiro 2019

A margem direita do Rio Mondego vai ganhar uma nova vida. As obras de requalificação do espaço público e estabilização dos muros começaram na segunda feira e têm um prazo de execução de cerca de ano e meio. Com um investimento total de mais de sete milhões de euros, esta é uma intervenção muito importante para Coimbra, que irá valorizar toda a zona ribeirinha da cidade.

As obras vão provocar vários condicionalismos a nível do trânsito que está já suspenso, desde segunda feira, na Avenida Cidade Aeminium, entre a rotunda da Ponte Açude e a Estação de Coimbra A. De acordo com a Câmara Municipal de Coimbra, esta suspensão deverá manter-se até 12 de agosto de 2020, assumindo-se os vários parques de estacionamento – Praça das Cortes, Polis-Parque Verde do Mondego, Ecovia-Casa do Sal e Convento São Francisco – como alternativas.

Esta empreitada municipal está a cargo do consórcio Opway Engenharia S.A./Construtora do Infantado – Sociedade de Construções, Lda., vencedor de um concurso público internacional. A intervenção pretende valorizar a zona ribeirinha da cidade, através da execução de muros de contenção na margem direita do Rio e a requalificação das avenidas Cidade de Aeminium e Emídio Navarro nas faixas confinantes com o rio. Os trabalhos contemplam ainda a estabilização, recuperação e criação de estruturas de contenção da margem direita do rio, entre a Ponte de Santa Clara e o Açude-Ponte de Coimbra, que, como explica a autarquia, “apresentam atualmente troços de preocupante degradação”. A reabilitação dos muros de contenção marginal do Rio Mondego será feita através da construção de microestacas e vigas de coroamento.

O projeto prevê, também, a requalificação do espaço público confiante, incluindo, para além dos trabalhos de terraplenagem e pavimentação, a reformulação das redes de saneamento, eletricidade e iluminação pública e a execução de trabalhos de sinalização rodoviária e de integração paisagística.

Esta intervenção conta com uma comparticipação europeia de 85 por cento, através do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso dos Recursos (POSEUR), no âmbito do quadro comunitário de apoio ‘Portugal 2020’, ficando os restantes 15 por cento a cargo do Município de Coimbra.

Parques de estacionamento como alternativas

Dado os condicionalismos que os trabalhos vão provocar a nível do trânsito, a autarquia explica que há vários parques, em vários pontos da cidade, que são alternativas para estacionamento. O parque da Praça das Cortes conta com 175 lugares, sendo dois reservados a pessoas com mobilidade reduzida, enquanto o parque do Polis-Parque Verde do Mondego dispõe de 475 lugares, sendo oito para pessoas com mobilidade reduzida. Para estes parques é possível dispor de um cartão de utilizador frequente que tem o custo de 15 euros por mês, a que acresce a emissão inicial do cartão por 10 euros. Nos dias úteis estes dois parques funcionam entre as 07h00 e 20h00 e aos fins de semana e feriados são gratuitos.

Já o Parque Ecovia-Casa do Sal conta com 146 lugares e funciona nos dias úteis, das 07h30 às 18h00. Quem quiser pode optar pelos títulos diários, que dão acesso a estacionamento e duas (2,60 euros) ou quatro (4,20 euros) viagens diárias nos autocarros dos Serviços Municipalizados de Transportes Urbanos de Coimbra (SMTUC). Há ainda a possibilidade de adquirirem o Passe Rede Geral, por 35 euros por mês, que assegura estacionamento e viagens nas carreiras regulares dos SMTUC.

O parque do Convento São Francisco é outra das alternativas, dispondo de 500 lugares de estacionamento gratuito.


  • Diretora: Zilda Monteiro

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