6 de Abril de 2020 | Coimbra
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Emoção e reconhecimento na festa dos Colaboradores de “O Despertar”

27 de Setembro 2018

Reencontro, convívio e muita, muita emoção marcaram o almoço festivo dos 100 anos de “O Despertar” que decorreu, no passado domingo, no Restaurante Santo António, em Santo António dos Olivais.

Dezenas de pessoas ligadas a este projeto editorial, que acaba de celebrar o seu primeiro centenário, participaram neste almoço/convívio dos Colaboradores que procurou, acima de tudo, recordar e agradecer a todos quantos contribuíram para que o jornal chegasse a esta data histórica.

Neste dia “fortemente emotivo”, Lino Vinhal agradeceu a presença dos representantes da família Sousa e, através deles, saudou “todas as gerações” dos Sousa que trouxeram “O Despertar” até ao século XXI. Agradeceu também aos colaboradores que “lhe têm dado vida e que lhe deram razão de ser”, sublinhando que este é um “jornal com memória”, que assenta nos afetos e que transporta um “enorme património afetivo”. Enalteceu ainda a dedicação dos muitos Assinantes que acompanham a vida do jornal, alguns há mais de 50 anos. Maria Augusta Fonseca, assinante há 70 anos, e Guilherme Figo, que recebe “O Despertar” há quase 60, são o exemplo de que é possível ser-se fiel a um projeto uma vida inteira. Participar neste almoço do centenário de “O Despertar” foi, também para eles, um momento de profunda alegria e de grande emoção que partilharam com todos os presentes.

O presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Manuel Machado, felicitou também todos aqueles que, no passado e no presente, trouxeram o jornal até aqui. Enaltecendo o importante papel da imprensa regional, o autarca disse que “O Despertar” tem sido “uma força tranquila no desenvolvimento de Coimbra” e sublinhou a importância de preservar a história, uma vez que “perder a memória é perder o futuro”.

Recordou a família Sousa e o amigo Fausto Correia, bem como a própria história do jornal, “criado em 1917, num tempo muito difícil” mas que foi capaz de passar todo este período, incluindo os anos de ditadura, “mantendo a publicação sistemática, periódica e com qualidade”.

“O jornal ‘O Despertar’ é um dos sítios onde nós podemos ver com antecipação a defesa de algumas das melhores ideias para valorizar Coimbra. Os Sousas viviam um espírito comunitário muito intenso, discutiam insistentemente aspetos que achavam interessantes da vida da cidade e abraçavam uma causa, cravavam-lhe os dentes e iam por aí fora…”, sublinhou.

Manuel Machado recordou que o município de Coimbra reconheceu o seu trabalho com a entrega da Medalha de Ouro da Cidade e disse que ao participar nas comemorações destes cem anos “estamos a celebrar um tempo importante e o trabalho realizado por um dos órgãos de comunicação regional ou local que contribui enormemente, de modo muito significativo, positivo e construtivo, para que Coimbra tenha as características identitárias que ainda hoje tem”.

Palmas” para todos

Antecedido de celebração de missa na Igreja de Santo António dos Olivais, o almoço dos colaboradores foi um momento de grande alegria para todos. Este evento juntou todos aqueles que estão intimamente ligados ao jornal, promovendo o convívio num dia de grande emoção e de muito simbolismo para todos.

“O Despertar” comemorou 100 anos no dia 2 de março, na quinta feira, passada, uma data histórica para a imprensa regional e para Coimbra. A celebração mereceu um importante destaque na comunicação social, envolvendo toda a comunidade. Neste momento de celebração, não podemos deixar de agradecer as muitas mensagens de felicitações recebidas – e que nos continuam a chegar -, demonstrando que este é um jornal de afetos, que tem sido acarinhado ao longo de todos estes anos por tantas e tantas gerações.


  • Diretora: Zilda Monteiro

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