19 de Julho de 2019 | Coimbra
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Dores nos joelhos afetam mais de dois milhões de portugueses

20 de Setembro 2018

Estima-se que dois milhões de portugueses sofram com osteoartrite, uma das manifestações mais comuns da artrite no joelho. Os dados são do Instituto Português de Reumatologia e lançam o alerta para um problema que, resultado da deterioração da cartilagem, causa dor e rigidez e limita os movimentos.

Resultantes de lesão, artrite, doenças inflamatória, entre outras, as dores nos joelhos são um problema que ganha mais força com a chegada da terceira idade. A passagem do tempo faz-se também sentir aqui, acompanhado por um desgaste que faz com que as nossas articulações não sejam tão flexíveis como antes. Surge então a artrite no joelho, que limita a mobilidade dos seniores, causando desconforto e privações, não só o nível físico, mas também social e psicológico.

Esta é uma das maiores e mais complexas articulações do nosso corpo, servindo de suporte para a maior parte dos movimentos. Mais ainda, o joelho desempenha também um papel na estabilidade e flexibilidade, posto em causa quando surge dor. Nestes casos, andar, subir ou descer escadas, agarrar um objeto caído no chão ou simplesmente entrar e sair da banheira tornam-se tarefas complicadas e sobretudo dolorosas. É por isso que as dores nos joelhos, independentemente da idade de quem as sofre, podem alterar a rotina e roubar independência e liberdade.

Os dados da Organização Mundial de Saúde confirmam que cerca de 80 por cento das pessoas com mais de 65 anos têm osteoartrite, que surge no quarto lugar na lista das que mais reduzem a qualidade de vida de ano para ano.

Aprender a viver com esta doença significa aprender a mudar o estilo e hábitos de vida, para lidar com a dor e o desconforto que pode causar, assim como tomar medidas preventivas para evitar danos adicionais às já afetadas articulações. Por exemplo, mantendo-se ativo, por mais difícil que possa ser. O exercício físico (hidroginástica, natação, caminhada) ajuda a aliviar a rigidez causada pela doença, bastando 20 minutos diários para ajudar a melhorar o equilíbrio, coordenação e estabilidade.

É importante, por isso, que se protejam as articulações nas tarefas diárias, o que pode passar pelo recurso a equipamentos de mobilidade capazes de ajudar a ter uma vida ativa e independente.


  • Diretora: Zilda Monteiro

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