24 de Setembro de 2021 | Coimbra
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Cozinha Económica precisa de alimentos e equipamentos de proteção

30 de Abril 2020

Juntos ficamos bem” é o mote da campanha solidária que visa a angariação de donativos a favor da Cozinha Económica, instituição que, neste momento difícil que o país vive, na sequência da Covid-19, muito tem ajudado a população mais desfavorecida, através do apoio social que presta diariamente a centenas de utentes.

Promovida pela União de Freguesias (UF) de Coimbra e ISCAC-Coimbra Business School, esta campanha pretende recolher alimentos, equipamentos de proteção individual e donativos financeiros que serão encaminhados para a Associação das Cozinhas Económicas Rainha Santa Isabel (ACERSI).

De acordo com o presidente da UF, João Francisco Campos, população e empresas têm sido solidárias com esta causa, estando a chegar ajudas não só de vários pontos do Município mas também de empresas de outros concelhos da região. Lembra que as ajudas em dinheiro podem ser feitas através do IBAN PT50 0035 0255 0009 7763 2327 3, NIB da associação beneficiária, de forma a “garantir que os donativos monetários chegam diretamente a quem deles precisa”. Quanto aos bens, realça que podem ser colocados num armário localizado no ISCAC, na porta de acesso ao piso de cima do auditório, ou na própria Cozinha Económica. Para doações de grande vulto, devem contactar a UF que se encarrega do transporte e entrega.

Para que as ofertas vão ao encontro das necessidades da instituição, os promotores informam que são precisos bens alimentares não perecíveis necessários à confeção das refeições diárias, equipamentos de proteção individual, desinfetantes e produtos descartáveis para os funcionários, como aventais, botas e toucas.

Todos estes apoios são fundamentais para que a Cozinha Económica possa continuar a apoiar quem mais precisa. “Está a fazer um trabalho fantástico, servindo mais de 600 refeições por dia, num contexto difícil e que exige um esforço adicional de todos”, realça o presidente da UF, explicando que a cantina está fechada, funcionando como take away, o que implica grandes gastos em embalagens descartáveis e também nas proteções de todos os funcionários e voluntários.

A pandemia Covid-19 está a deixar muitas famílias em situações aflitivas. João Francisco Campos sublinha que “há muitos casos novos a que é preciso responder no imediato”, sobretudo a nível alimentar. Outras situações, como pagamento de renda, água ou luz, são encaminhadas para a Comissão Social de Freguesia ou para o Fundo Municipal de Emergência Social, sendo certo que, também aí, “numa situação de necessidade extrema, a junta resolve e depois encaminha”.

Esta campanha começou no dia 8 e vai manter-se até à situação estabilizar, apesar da instituição necessitar de alimentos ao longo de todo o ano. Apostando na “máxima transparência”, os promotores publicam regularmente todos os bens angariados e compras efetuadas, através das redes sociais Facebook e Instagram.


  • Diretora: Zilda Monteiro

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