24 de Outubro de 2021 | Coimbra
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SANSÃO COELHO

Coimbra é deslumbrante

24 de Setembro 2021

UH LA LA – dirão os franceses entusiasmados. Um LIKE será colocado pelos que visitam a nossa cidade independentemente da proveniência. Coimbra é uma cidade encantadora que enche de orgulho os seus naturais ou quem nela vive. A Balada da Despedida do 6.º ano médico do saudoso juiz-cantor Fernando Machado Soares enuncia que “chega a ter saudades dela (de Coimbra) quem nela nunca viveu”.

A canção “Abril em Portugal” (o título original é Coimbra) é cantada em várias línguas pelos mais consagrados cantores, grupos e orquestras, de Bing Crosby a Louis Armstrong, da Orquestra de Bert Kaempfert a Chet Atkins, passando por Caetano Veloso, Antigos Orfeonistas e quantas dezenas ou centenas mais de alguns nomes bem recentes da cena musical internacional. Quase perguntaria quem não canta Coimbra? Coimbra do Choupal “ainda és capital do amor em Portugal, ainda”.

A projeção internacional da nossa cidade é incomensurável aliada à sua vetusta Universidade uma das mais antigas e prestigiadas da Europa ou até às marcas fundacionais de uma antiquíssima nacionalidade patentes no Mosteiro de Santa Cruz. E a Sé Velha? Que dizer deste monumento ímpar? E a Biblioteca Joanina, o Aqueduto de São Sebastião, os Penedos da Meditação e da Saudade, a Torre de Anto, Santa Clara a Velha, o Portugal dos Pequenitos, o Jardim Botânico, o Convento de São Francisco, as várias igrejas, Vale de Canas, o Choupal, Jardim da Sereia, a Lapa dos Esteios, a Fonte dos Amores, a poeticidade do Rio Mondego que trocou o título de Basófias por um apetecível lençol de água encimado, a meio, pela ponte pedonal Pedro e Inês onde a cidade acastelada se reflete? Tudo é um hino à beleza. E há uma outra cidade nova que muito tem crescido para além do velho perímetro urbano que enquadrava tradicionalmente a zona de ação para a Praxe Académica. E, já agora, reparem na forma positivamente impatante como os turistas que nos visitam olham para a Coimbra dos Estudantes com as suas tradições, com as Repúblicas, com as vivências mais contemporâneas/vanguardistas que acontecem na sede da Associação Académica na Rua Padre António Vieira ou nas robustas cerimónias na Sala dos Capelos ou no Paço das Escolas encimado pela Torre da Universidade. Sedutor e imponente é o cortejo dos lentes com borla e capelo. Espiritual é a devoção que bate à porta no Memorial da Irmã Lúcia ou em Santo António dos Olivais. Esta é também uma CIDADE DO CONHECIMENTO que se estende com inteligência, inovação e juventude para o IParque em Antanhol, qual Sillicon Valley. Aqui, em Coimbra, conjuga-se na perfeição o PASSADO com o PRESENTE e abrem-se as VIAS de FUTURO. Não me admira, pois – acaba por ser naturalíssimo -, que a consagrada revista TIME tenha posto Coimbra num dos principais 100 locais a visitar ou que outras publicações insiram a nossa cidade num ranking das melhores, por exemplo, nas categorias negócios, viver e visitar. O artigo inserido na última edição de O DESPERTAR, na página 4, acerca desta matéria e citando diversas publicações, considera Coimbra DESLUMBRANTE (indicação da revista norte-americana Forbes). E foi eleita a terceira melhor cidade para se viver.

Vivam COIMBRA e viva COIMBRA, mas, por favor, ao lerem este meu texto ponham a BALADA DE COIMBRA em fundo. Ou uma guitarrada do virtuoso CARLOS PAREDES. Enorme deslumbramento.

COIMBRA.

LIKE. UH LA LA.


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