24 de Setembro de 2021 | Coimbra
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Bonifrates celebra o Dia Mundial do Teatro

26 de Março 2020

A cooperativa de teatro Bonifrates vai assinalar o Dia Mundial do Teatro, na sexta feira (27 de março), de uma forma especial, tento em conta que esta comemoração ocorre num momento particularmente difícil para todos e que atinge também toda a atividade artística e teatral, com as pessoas a ficarem em casa para evitarem a propagação do coronavírus.

Assim, para além de ter lançado nas redes sociais (Facebook e Instagram e também no Youtube), um poema escolhido e dito pelos seus atores e atrizes num movimento de união e solidariedade que procura a luz e a esperança nas palavras dos poetas, sob o mote “Há palavras que nos tocam”, a cooperativa, que celebra 40 anos, vai disponibilizar nas mesmas plataformas a gravação, por uma das suas atrizes, a Mensagem do Dia Mundial do Teatro, este ano da autoria do Paquistanês Sjhahid Nadeem, escolhido pelo Instituto Internacional de Teatro.

Recorde-se que a Bonifrates tinha agendado para esta data, no Grande Auditório do Convento de S. Francisco, a apresentação de um espetáculo da última produção, “O filho da mãe continua… por aí”, a partir de textos de José Vilhena e com encenação de João Paulo Janicas, que no cenário atual teve que ser cancelado, como sucedeu com todos os eventos culturais.

No mesmo dia, serão disponibilizadas também nas páginas das redes sociais, integrando o projeto “Há palavras que nos tocam”, músicas criadas para algumas das peças produzidas em anos anteriores pela Cooperativa, da autoria de músicos como João Loio, Amílcar Cardoso, Luís Pedro Madeira, António João Redondo e João Fragoso, acompanhadas de imagens das respetivas peças.

Entretanto, o projeto “Há palavras que nos tocam”, que tem sido seguido por milhares de pessoas, continuará, ao longo das próximas semanas, a apresentar novos poemas que aproximam escritores, artistas e público na certeza de que o teatro e a poesia vivem, sobrevivem e continuam a atuar de forma libertadora em tempos que se apresentam mais sombrios e que se caracterizam por uma forçada reclusão.


  • Diretora: Zilda Monteiro

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