13 de Maio de 2021 | Coimbra
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Ana Garcia – 22 anos ao serviço do imobiliário

1 de Abril 2021

O ano de 2020 foi “o melhor de sempre” para Ana Garcia, que está a comemorar 22 anos ao serviço do imobiliário. Chefe de equipa na Remax Visão, faz um “balanço extremamente positivo” do trabalho que tem vindo a desenvolver nestas mais de duas décadas e orgulha-se de “continuar a ter uma grande paixão” pela profissão que escolheu.

“Sou muito feliz por dar alguma felicidade aos outros. Não podemos esquecer que a compra de uma habitação é, para muitos, a concretização de um sonho, um negócio de uma vida, já que há muitas pessoas que compram uma casa para a vida toda”, realça.

A pandemia veio criar uma nova realidade, com novas exigências a colocarem-se ao setor mas, segundo Ana Garcia, os “resultados foram extremamente positivos”, com 2020 a transformar-se no seu “melhor ano de sempre” e a começar a trilhar já um bom percurso em 2021. “2020 foi o meu melhor ano de sempre e neste início de 2021 já estou a ultrapassar os resultados de 2020. Acredito que possam vir a surgir algumas oscilações no mercado mas não acredito que haja uma quebra abrupta”, realça.

De acordo com Ana Garcia, as “famílias continuam muito motivadas para comprar, até pelas excelentes condições que temos a nível da banca”. Assim, continua, “apesar dos preços se manterem elevados, os negócios continuam-se a fazer e até de uma forma bastante rápida e muito contínua”.

Há apenas um fator contra – a falta de casas suficientes para vender. Esta chefe de equipa da Remax Visão diz que, “neste momento, não há casas suficientes para dar resposta à procura”, realidade que justifica também a “grande inflação nos preços”.

O primeiro confinamento levou a que se sentissem também mudanças na procura, com as famílias a procuraram, acima de tudo, moradias ou apartamentos com “boas varandas e terraços”. “As pessoas viram-se fechadas em casa, muitas delas com crianças, e isso levou a uma corrida muito grande às moradias. Nunca vendi tantas moradias como no último ano”, sublinha.

Continuam a ser sobretudo os jovens casais os que mais procuram habitação própria. Ana Garcia explica que hoje “quem está num apartamento arrendado consegue reduzir a despesa mensal em quase 50 por cento”, isto porque, “como há muita procura e pouca oferta, as rendas são muito elevadas e, optando pela compra, acabam por beneficiar, dadas as boas condições da banca”. O cliente é também agora “muito mais exigente”, o que se deve em parte, como explica, “ao grau de conhecimento que tem, sendo muito mais informado”.

Responder aos seus anseios e sonhos continua a ser o grande desafio da sua equipa. Premiada a nível nacional, diz que o sucesso neste setor passa pela adaptação e também pela necessidade de se reinventar continuamente, tendo este último ano sido um exemplo disso, com os negócios a recorrerem cada vez mais às plataformas digitais

O desejo de Ana Garcia é que o “mercado continue como está”, com muitos imóveis a serem comercializados, um fator que “é bom para quem compra e para quem vende mas também para a economia nacional, já que o ramo imobiliário mexe com vários setores de atividade, sendo por isso, benéfico para todos”.


  • Diretora: Zilda Monteiro

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