15 de Abril de 2024 | Coimbra
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ACIC quer afirmar a região de Coimbra

3 de Fevereiro 2023

Esta terça-feira (31 de janeiro) foi o “dia 1” da nova Associação Comercial e Industrial de Coimbra (ACIC), que renasce da vontade dos órgãos sociais da Associação Empresarial da Região de Coimbra (NERC), em refundar a extinta ACIC, que este ano alcançaria 160 anos.

Dados os primeiros passos para a agora deno­minada NERC-ACIC – Conselho Empresarial da Região de Coimbra (CERC), o projeto é lide­rado por Victor Baptista, tendo por vices os anti­gos presidentes da ACIC, José da Costa, José Mariz, Maria Luísa Rodrigues, César Branquinho, José Espírito Santo e Horácio Pina Prata.

Durante a apresen­tação deste Con­selho, que teve lugar no Hotel D. Luís, o presi­dente da NERC- ACIC – Conselho Empresarial da Região de Coimbra recordou que a voz da extinta ACIC “era ouvi­da nos variados fóruns nacionais”.  “É o dia do arranque de um projeto ambi­cioso”, destacou Víctor Baptista, realçando a importância de Coimbra e dos seus empresários voltarem a ter “uma voz forte”.

O objetivo da refun­dação passa por promo­ver o tecido empresarial da região de Coimbra. O presidente aponta um prazo de três meses para “apresentar resultados, com um pla­no de ação e programa para que Coimbra volte a ter uma voz forte, prin­cipalmente as suas em­presas, num momento difícil como é aquele que se atravessa”. “Vamos tentar cons­truir um futuro partici­pado e recuperar e re­fundar o património da ACIC”, vincou.

Desta nova comissão fazem já parte cerca de 20 personalidades convi­dadas de diferentes áreas e mais de 200 empresas.

O presidente da NERC, Horácio Pina Prata, destacou que este “é um projeto para afirmar a região de Coimbra”. “Hoje é acima de tudo um dia ‘D’, que vai juntar 160 anos de história da ACIC”, reforçou.

Segundo o dirigente desta entidade, vai ser feito um plano de ação que envolva a so­ciedade civil, de forma a “potenciar a autoestima dos empresários”. Avança ainda que quem se qui­ser juntar pode fazê­-lo. “Este movimento representa, sobretudo, a urgência de assumir uma nova dinâmica na defesa das empresas da região. Daí que o Con­selho Empresarial da Re­gião de Coimbra tenha as portas abertas para todos os comerciantes e empresários em geral de diferentes setores que se queiram juntar a nós”, salientou Horácio Pina Prata.

Francisco Assis, presidente do Conse­lho Económico e Social, considerou também que a região de Coimbra deve ter uma presença mais ativa na vida na­cional, para que o país não viva apenas entre duas grandes áreas me­tropolitanas (Lisboa e Porto). “É também, para mim, um pouco miste­rioso que Coimbra não tenha uma intervenção maior na vida nacional”, admitiu ao salientar “que todas as políticas nacionais ganharão se a voz de Coimbra se fizer ouvir mais intensamente”.

 


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