22 de Janeiro de 2019 | Coimbra
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Aos nossos Assinantes… OBRIGADO!

27 de Setembro 2018

Hoje, ao celebrarmos o primeiro Centenário de “O Despertar”, evocamos e homenageamos, ao longo destas páginas, todos aqueles que nos precederam e que tornaram possível chegar a estes 100 anos. Fundadores, Diretores, Colaboradores, Anunciantes… Ninguém pode ficar de fora, estejam ou não entre nós. Mas, se hoje celebramos um século de vida devemo-lo também, em grande parte, aos nossos Assinantes. E é para eles que, neste texto, deixo uma palavra especial. Uma palavra de agradecimento, de amizade e também de afeto.

São muitos e são bons. Pessoas amigas e afáveis, das mais humildes às mais letradas, que estiveram sempre disponíveis para dizer “sim” aos apelos que, ao longo destes 100 anos, o jornal lhes fez. E foram muitos!!!

Olharmos para o nosso ficheiro e vermos assinantes que nos acompanham há longas décadas é para nós motivo de grande orgulho. É também com gratidão e alegria que vemos, em muitos casos, os nomes dos filhos substituírem o dos pais, após o seu desaparecimento, mantendo assim vivo, através de “O Despertar”, este vínculo.

Para além da importância que, em termos financeiros, os nossos Assinantes têm para o jornal, ficamos a dever-lhes também muito do conhecimento que nós, gerações mais jovens nesta vida longa de “O Despertar”, vamos “bebendo” das histórias que connosco partilham. Sobre o passado, sobre a ligação que têm com “O Despertar” e sobre estes homens (cujas imagens continuam nas nossas paredes) que trouxeram o jornal até nós. É, também, através dos nossos Assinantes que mantemos este elo com o passado e que, graças à partilha de memórias, “estórias” e risos (e nisso o sr. Armando de Sousa parece ter sido exímio), constatamos que o jornal é muito mais do que o conjunto de páginas que, semanalmente, chega aos nossos leitores. É um jornal que, a par com as notícias, transporta também memórias e afetos. E é assim que gostaríamos que continuasse a ser… Obrigada a todos, também por isso!

Semanalmente na sua casa, há muitas décadas…

Ao longo destes 100 anos, “O Despertar” tem sido presença assídua em muitos lares e empresas. Acompanhou várias gerações, sendo ainda hoje frequente os filhos continuarem a assinatura dos pais, contando-nos que, desde miúdos, se habituaram a ter “O Despertar” nas suas casas. Há, sem dúvida, uma questão afetiva quando se fala deste “velhinho” jornal e é com alegria e também com alguma nostalgia que vamos recordando este passado tão rico e, por vezes, tão difícil. Passo a passo, com a dedicação de muitos que viveram e sentiram este jornal como seu, chegamos aos 100 anos, um feito histórico que a todos honra.

Lamentavelmente não temos registos dos nossos assinantes desde a fundação de “O Despertar” que nos permitam fazer uma análise mais profunda sobre este tema e os que possuímos podem não ser exatos. Sabemos, contudo, que o primeiro assinante foi Francisco Ferreira Camões, falecido a 27 de novembro de 1940. Essa informação é-nos dada pelo próprio jornal que, na altura, noticiou a sua morte e lamentou a sua perda.

Num apelo que fizemos aos assinantes nas últimas semanas, encontrámos alguns que nos acompanham há mais de 50 anos. Maria Augusta Fonseca, 83 anos, será provavelmente uma das mais antigas, recebendo o jornal em sua casa há, pelo menos, 70 anos. Nora de Nicolau da Fonseca, que colaborou com o jornal entre 1947 e 1967 (ano da sua morte), continua a guardar ainda os recortes dos jornais dessa época.

Guilherme da Silva Figo e Ângelo Fernandes de Almeida recebem também “O Despertar” há mais de 50 anos, acompanhando, portanto, mais de metade da vida do nosso jornal. Neste grupo está também o nosso Colaborador e Amigo Manuel Bontempo, que há 65 anos é presença assídua em todas as nossas edições. Outros haverá que acolhem “O Despertar” nas suas casas há muitas décadas e o mesmo sucede com algumas empresas. A A. Baptista de Almeida, A Previdência Portuguesa e a Associação Cristã da Mocidade são alguns desses exemplos.

O Despertar” é, assim, uma presença constante em muitos lares e empresas, onde chega semanalmente, num ritual que se mantém, em muitos casos, há longas e longas décadas.


  • Diretora: Zilda Monteiro

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